OS TRÊS JUÍZES E AS TRÊS PROMOTORAS DA MÍDIA

Postado por Valentin Ferreira

Por Fernando Brito /Tijolaço

Não são apenas Lula e a liberdade das eleições que estarão em jogo na quarta-feira.

É, também, o papel das três grandes revistas brasileiras – Veja, Época e – sobrevivendo com as verbas de Temer – a Istoé – como “força tarefa” da Lava Jato.

Desde o “powerpoint” da Veja, na semana da eleição de 2014, lançada para tentar eleger Aécio Neves as três tornaram-se peças semanais de implacável acusação seletiva. Aliás, o beneficiário daquela capa que, na ocasião, não funcionou o suficiente para alcançar a vitória do hoje desaparecido – alguém lê algo sobre ele e suas malas? – senador mineiro. Continue lendo “OS TRÊS JUÍZES E AS TRÊS PROMOTORAS DA MÍDIA”

DA INDEPENDÊNCIA À INTERFERÊNCIA E MORTE DA DEMOCRACIA

Fotomontagem do Blog sobre charge  produzida por Bessinha e reprodução

Por Valentin Ferreira

Sé ha quase dois séculos o Brasil se livrou da interferência e domínio de um país estrangeiro, vemos hoje nosso país sendo entregue aos interesses de outro/s país/es.

Quanto o blog concluía este  pequeno texto  vimos  uma matéria em Carta Capital a confirmar o epicentro do terremoto político que deixa em escombros a vida social e política do Brasil, e principalmente nossa  democracia.

Abaixo destaco pequena parte da imperdível matéria feita por  André Barrocal  na edição deste final de semana.

“No fim de 2012, Manolo Pichardo, político da República Dominicana, participou de uma sinistra reunião na suíte de um hotel em Atlanta, nos Estados Unidos. Alguns ex-presidentes latino-americanos de inclinação de centro ou direita discutiram como varrer adversários progressistas do mapa”.

 (…)

“E que “plano” é esse, afinal? Desmoralizar líderes progressistas via mídia com acusações de corrupção, inclusive a familiares, e ataques ao comportamento privado deles. Depois, converter os escândalos em processos judiciais que acabem com a carreira da turma. Continue lendo “DA INDEPENDÊNCIA À INTERFERÊNCIA E MORTE DA DEMOCRACIA”

COMO MANTER UMA COLÔNIA OU ELIMINAR UM CONCORRENTE, Por Mauro Santayanna

Postado por Valentin Ferreira

Por :Mauro Santayana / em Seu Blog

(Do blog com equipe) – Inspirados pelo livro de 1937, de Dale Carnegie, “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, e por personagens recentes de nossa história, subitamente elevados à condição de celebridades, ousamos, como no caso do Pequeno Manual do Grande Manuel, nos aventurar no atrativo mercado das obras de auto-ajuda, em 15 passos (três a mais que os alcoólatras anônimos) com o tema “Como manter uma colônia ou eliminar um concorrente”.

Sem mais preâmbulos, vamos à receita:

1 – Comece por cortar a sua possibilidade de financiamento, apoiando a criação de leis que impeçam o seu endividamento, mesmo que ele tenha uma das menores dívidas públicas entre as 10 maiores economias do mundo e centenas de bilhões de dólares em reservas internacionais, que você esteja devendo muito mais do que ele com relação ao PIB, e que ele seja o seu quarto maior credor individual externo.

2 – Apoie, por meio de uma mídia comprada cooptada ideologicamente e também de entrevistas de “analistas” do “mercado”, estudos e “relatórios” de “consultorias de investimento” controladas a partir de seu país e da pressão de agências de classificação de risco, às quais você não daria a menor bola, um discurso austericida, privatista e antiestatal para a economia do seu concorrente.

Continue lendo “COMO MANTER UMA COLÔNIA OU ELIMINAR UM CONCORRENTE, Por Mauro Santayanna”

FARTOS DO TINDER: A SOLIDÃO ESTÁ VIRANDO O GRANDE NEGÓCIO DO SÉCULO XXI

Postado por Valentin FerreiraGeorgina Campbell e Joe Cole em ‘Hang the DJ’, episódio de ‘Black Mirror’.

Agências ressurgem como uma alternativa eficaz e profissional na busca de um par para os decepcionados com os sites de encontros

Por Rita Abundancia / do El País

Sem dúvida, a solidão será o grande negócio do século XXI. Há alguns meses lia uma reportagem em uma revista norte-americana que dizia que nos EUA já há pessoas que, por dinheiro, passeiam com outras do mesmo modo que levam os cachorros de outras para dar uma volta, as que não têm tempo para fazer isso. Nesse caso, os clientes pagam para ter uma pessoa com quem conversar por algum tempo, realizar alguma atividade ou tomar um café.

Mas se as relações pessoais estão complicadas na era das comunicações, as amorosas estão ainda mais. As redes sociais que prometiam conectar as pessoas acabaram por isolá-las, e os sites de encontros que se vislumbravam como eficientes e rápidos arranjadores virtuais de um par transformaram o divertido flerte em uma tarefa mais típica de agência. Registrar-se, preencher formulários, responder a e-mails e passar horas e horas diante de uma tela antes de chegar ao difícil, e já pouco comum, exercício do cara a cara e traduzir o relacionamento digital para o mundo real. Algo que costuma desapontar.

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