LULA: QUE “DIACHO” DE HOMEM É ESSE?

Por Valentin FerreiraImagem:Google

Leio hoje a ultima pesquisa do Datafolha sobre eleição presidencial. Para surpresa minha e com certeza de muitos,  lá está o homem com quase o triplo de preferência sobre o segundo colocado.

Que diacho!

Como pode este homem,  dia e noite, por semanas e meses a fio ser bombardeado pela grande mídia e não sofrer maiores consequências sobre sua aprovação ou aceitação como candidato a presidência do Brasil?

Que diacho!

Como os magnatas de grande mídia estão pensando? 2018 pode ser a quinta derrota. Desde a criação do mensalão em 2005, até a atual tentativa através da Lava Jato de fazer o homem cair do cavalo, parece ter falhado. Mesmo sob o manto de combate a corrupção, seus oponentes não conseguem puxar  seu tapete.

Que diacho!

É verdade que a resistente couraça do homem é seu patrimônio politico. Ao deixar o Palácio a estatura de sua aprovação como governante bateu 80%. É uma muralha de difícil destruição. Mesmo diante do bombardeio diuturno dos magnatas da mídia, sob o rótulo de jornalismo, o homem mantem-se firme e imbatível na sua capacidade de falar com o povo e através de poucas palavras. Está difícil romper o resistente escudo mesmo diante de horas e horas, paginas e paginas de propaganda negativa a seu respeito.

Que diacho!

Até a idolatrada Lava Jato e seu Justiceiro savorarolado estão impotentes diante do homem. Mesmo com a forçada de barra dos depoimentos “premiados”, e sua reprodução negativa no “Jogral” Nacional e letras garrafais em revistas e jornais de frias e mesquitas, o homem resiste de pé.

Que diacho!

Se houver em 2018, as eleições conforme previsto na quase rasgada Constituição Cidadã, o homem poderá, mais uma vez, ser presidente deste país, se até lá o deixarem vivo.

Enquanto seus adversários e inimigos o tratam como diacho, ou diabo, o que fica registrado nos números das pesquisas é que para muitos ele representa a esperança e a continuidade de um sonho que mal havia começado.

Que diacho!

Noves fora os méritos pessoais do homem, pode ser que o desproporcional massacre midiático esteja criando nas pessoas que o apoiam, uma visão que reedita a intrigante batalha entre o indefeso pastor de ovelhas e o brutamonte guerreiro filisteu. A opção parece estar clara.

Por Valentin Ferreira