TEMER TERIA NEGOCIADO A VENDA DO AQUÍFERO GUARANI COM A NESTLÉ

Postado por Valentin Ferreira

Por Conexaojornalismo

Em 2016 o jornal Correio do Brasil, de Gilberto de Souza, publicou, com exclusividade, que o golpista Temer pretendia vender o Aquífero Guarani – A maior reserva de água mineral do planeta. Disse que a negociação envolvia a Nestlé e outras multinacionais. À época a reportagem foi ignorada e alguns sites prestimosos chegaram a incluir no rol das “fake news”. Eis que agora Franklin Frederick, um dos mais importantes ativistas ambientais do nosso tempo, revela encontro sigiloso envolvendo o ilegítimo e o presidente da Nestlé, Paul Bulcke, em Davos. Será que agora a velha mídia fará a denúncia ou seguirá escondendo que, depois do petróleo, até a nossa água corre risco de parar em mãos estrangeiras para torná-la cara e inacessível?

A passagem do presidente de facto, Michel Temer, pela Suíça, na semana passada, durante o Fórum Econômico Mundial, de forma praticamente invisível, começa a se explicar melhor a partir do artigo do reverenciado ativista ambiental norte-americana Franklin Frederick. Presente ao Fórum, Frederick lembrou, em artigo publicado na mídia internacional, os conceitos que embalam o governo imposto, no Brasil, após o golpe de Estado, em curso desde Maio de 2016.

Presidente internacional da Nestlé, Bulcke reuniu-se em um jantar com Temer. No cardápio a ser servido, o Aquífero Guarani

“O que Temer chama de ‘reformas’ são o seu programa de privatizações, complementado por medidas que procuram retirar quaisquer barreiras à expansão do capital, sejam elas leis de proteção ambiental ou de direitos de trabalhadores. Como programa político estas ‘reformas’ não têm – nem poderiam ter – nenhum apoio da população e por isso devem ser apresentadas como uma inevitabilidade histórica – ‘não há alternativas”, afirmou Frederick.

Jantar reservado

Ainda segundo o ativista, “Temer, em Davos, exprimiu sua completa adesão aos objetivos do neoliberalismo – o que já sabemos – porém mais ainda o discurso revelou, para alívio da elite econômica em Davos, que há no Brasil poderes organizados capazes de utilizar diversas formas de violência para sustentar o seu governo e as suas propostas; eliminando a possibilidade de qualquer alternativa.

Para ler a reportagem completa do Correio do Brasil clique aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *