DUVIVIER: INTERVENÇÃO É COMANDADA POR UM CHEFE DE QUADRILHA

Postado por Valentin Ferreira

Do Brasil 247

O ator Gregório Duviver foi direto ao ponto ao comentar a “guerra ao crime organizado” anunciada por Michel Temer, denunciado por corrupção e comando de organização criminosa, além de investigado por propinas nos portos; “O presidente que usa as Forças Armadas para ofuscar a derrota da Reforma da Previdência é o mesmo que cortou os investimentos em segurança pública em 10,3%. O chefe de quadrilha agora comandará uma intervenção militar”, diz ele 

O presidente que usa as Forças Armadas para ofuscar a derrota da Reforma da Previdência é o mesmo que cortou os investimentos em segurança pública em 10,3%. O chefe de quadrilha agora comandará uma intervenção militar.

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PROFESSORA DESMONTA DISCURSO DA SEGURANÇA. A INTERVENÇÃO É POLÍTICA.

Postado por Valentin Ferreira

Por Fernando Brito / do Tijolaço

A professora Jaqueline Muniz, do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense, com elementos concretos e rara energia, e sem a puerilidade de nega que há um grave problema, mostra que a intervenção federal nas forças de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro foi e é um ato político, destinado a produzir, mais do que qualquer outra coisa, um resultado midiático.

E falou lá dentro, nas entranhas do monstro, na Globonews, talvez com um pouco de ansiedade, que a indignação e as tentativas de cortar-lhe a fala tornam mais que explicável.

Assista o vídeo.

ZOOTERAPIA. O CACHORRO É O MELHOR AMIGO DO SEU CORAÇÃO

Postado por Valentin Ferreira  / do Blog Luis Pelegrini

O efeito benéfico se explica pelo aumento da atividade física, sobretudo para as pessoas que vivem sós. É o que recomenda a zooterapia, uma nova – e ao mesmo tempo muito antiga – concepção médica baseada na ideia de que a presença de um animal constitua um elemento estimulante e apaziguador na vida de um paciente, sobretudo quando ele apresenta alguma deficiência ou algum problema importante de saúde.

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SUPERAR QUAL VIOLÊNCIA? CAMPANHA DA FRATERNIDADE DÁ O QUE PENSAR.

Postado por Valentin Ferreira

CF 2018 é um convite à conversão, no qual cristãos se empenhem na transformação de todas as realidades de violência.A urgência do debate a respeito da superação da violência, em todas as suas formas, é um verdadeiro sinal dos tempos e, por isso, torna-se questão teológica. (Reprodução/ Pixabay)

Por Felipe Magalhães Francisco*

O tema da segurança pública é uma pauta sempre presente nas campanhas e debates políticos, pois corresponde a uma real preocupação dos cidadãos e cidadãs. Esse debate, porém, está muito restrito a algumas formas de violência. Refletir sobre a superação da violência pressupõe tocar em muitos pontos, pois este é um mal que poderíamos chamar de “camaleão”: está muitas vezes camuflado e onipresente em nosso cotidiano. É o que a Campanha da Fraternidade deste ano, proposta pela CNBB, quer debater. Mais que isso, é um convite à conversão, no qual cristãos e cristãs se empenhem na transformação de todas as realidades de violência. É certo, no entanto, que esse debate extrapola o cristianismo e, além de ser de interesse de toda a população, é uma questão sempre urgente.

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CERTOS JUÍZES GOSTAM MESMO É DE MANIFESTOCHES, Por Kennedy Alencar

Postado por Valentin Ferreira

                                                                                                         Imagem do 247

Magistratura volta a defender mordomias e privilégios

Por Kennedy Alencar  em seu Blog

No meio do noticiário sobre o Carnaval, teve destaque reportagem do jornal  “O Estado de S. Paulo” revelando que, com os penduricalhos, 18 mil juízes deixam de pagar R$ 360 milhões em impostos por ano. Houve reação dura da magistratura.

Em nota, a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) disse enxergar uma “campanha difamatória e desmoralizadora a que tem sido submetido o poder judiciário e seus membros, em época de intenso enfrentamento” da corrupção.

Também em nota, a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) afirmou que há “uso abusivo e distorcido das informações financeiras disponibilizadas nos portais de transparência”

Ora, as reações da Ajufe e da Anamatra não fazem nenhum sentido.

A reportagem do “Estadão” deixou claro que os penduricalhos são isentos de impostos. Houve uma simulação de quanto o país perde de receita tributária devido a esses privilégios que funcionam como complemento salarial, como admitiu, por exemplo, o juiz Sergio Moro.

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