DALMO DALLARI E A LIBERTAÇÃO DE DIRCEU.

Por Dalmo Dallari no Jornal do Brasil: Via DCMDallari: “A libertação de Dirceu corrige um excesso. Seu aprisionamento foi feito com suposições, não provas”

Um dos juristas mais respeitados do país, Dalmo Dallari comentou, em entrevista ao Jornal do Brasil, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (2), de conceder liberdade ao ex-ministro José Dirceu, que está preso desde 2015 por determinação do juiz federal Sergio Moro, da Operação Lava Jato. Segundo Dallari, o habeas corpus corrige uma prisão “feita com base em suposições, e não provas”.

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O XADREZ DO DIA SEGUINTE DA GREVE GERAL

Por Luis Nassif, no Jornal GGN

Das 5 peças que compõe este “Xadrez” do Jornalista Luis Nassif destaco as de número  3, 4, 5 e 6.

Peça 3 – os efeitos políticos da greve

A extensão da greve joga novos fatos no jogo político. E explicita de vez o jogo entre a nova direita – um arco em que entra o BMF, a Procuradoria Geral da República, a camarilha de Temer e o PSDB – e a nova esquerda, que ainda não nasceu.

Uma greve ampla fez a reação contra Michel Temer e o Congresso transbordar dos movimentos sociais e sindicatos para outros setores, com adesão de 83 bispos da Igreja Católica, dezenas de colégios particulares de São Paulo, inúmeras igrejas evangélicas, artistas, intelectuais, praticamente toda a Justiça do Trabalho, funcionários e parte dos procuradores do Ministério Público e funcionários da Polícia Federal.

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A GREVE GERAL E A SÍNDROME DE ESTOCOLMO

Por Sergio Reis – GGN

A Greve Geral de hoje nos dá a oportunidade de revisitar uma característica curiosa, talvez anedótica, encontrada em uma parcela não desprezível de brasileiros, que é a Síndrome de Estocolmo – aquele estado psicológico em que o sujeito, depois de reiterada intimidação, opressão e sujeição por parte do agressor, passa a nutrir simpatia ou afeto com relação a ele. Continue lendo “A GREVE GERAL E A SÍNDROME DE ESTOCOLMO”

FIM DA CORRUPÇÃO EXIGE “ESFORÇO E CIVISMO” QUE A CLASSE DOMINANTE É INCAPAZ DE FAZER

Por Jânio de Freitas

Se é para mudar

Na Folha, via GGN
Atribuir à reforma do sistema político a maneira de acabar com a alta corrupção é vender ou comprar ilusão. Mudar as regras da política é uma necessidade, mas por outro motivo: porque essas regras são ruins. Não proporcionam representatividade ao eleitorado de mais de 100 milhões de votantes, fazem o Congresso e os partidos ter um custo alucinante e, sem obrigação alguma dos congressistas, tornarem-se mais perniciosas do que úteis ao país.

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