DA ROMA ANTIGA AO SÉCULO 21, VIOLÊNCIA FOI FATOR-CHAVE PARA REDUZIR DESIGUALDADE, DIZ HISTORIADOR

Postado por Valentin Ferreira

                                                                                       imagem GETTY IMAGES;

Historiador afirma que desigualdade só foi reduzida de forma consistente em poucos episódios, todos marcados por violência

Grandes guerras, revoluções, colapso de Estados, epidemias. Depois de estudar a distância que separa ricos e pobres nos últimos 3 mil anos, Walter Scheidel , professor da Universidade de Stanford, chegou à conclusão que, dos romanos até aqui, foram episódios de violência que ajudaram a reduzir a desigualdade de renda de forma significativa.

E não foi qualquer tipo de violência. Em seu último livro, The Great Leveler: Violence and the History of Inequality from the Stone Age to the Twenty-First Century (A Grande Niveladora: Violência e a História da Desigualdade da Idade da Pedra ao Século 21, sem edição no Brasil), o pesquisador destaca episódios que mataram milhões de pessoas, como a Peste Negra e as duas Guerras Mundiais, ou que desmantelaram completamente regimes de governo, como a queda do Império Romano e as revoluções comunista e chinesa.

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ISLÂNDIA CRIA LEI DE IGUALDADE SALARIAL ENTRE HOMENS E MULHERES

Postado por Valentin FerreiraWikicommons

Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, Islândia é país que mais possui igualdade de gênero no mundo

Com a nova lei, as empresas privadas e agências governamentais – que tenham mais de 25 funcionários – serão obrigadas a obter uma certificação especial do governo sobre as políticas de igualdade de remuneração. Caso contrário, elas poderão ser multadas.

“Os direitos iguais são os direitos humanos. O fosso salarial de gênero é, infelizmente, um fato no mercado de trabalho islandês e é hora de tomar medidas radicais, temos o conhecimento e os processos para eliminá-lo”, afirmou Thorsteinn Viglundsson, ministro da Igualdade e Assuntos Sociais da Islândia.

Uma das principais razões pela qual a ilha nórdica tem pressionado a implementação da lei, é que quase a metade de seus parlamentares são mulheres. O país pretende eliminar a desigualdade salarial até 2020.

Segundo o último relatório do Fórum Econômico Mundial, a Islândia é o país que mais possui igualdade de gênero, ao lado de Noruega, Suécia e Finlândia.

Fonte: Opera Mundi

DESCONFIE DAS PREVISÕES PARA A ECONOMIA EM 2018

Postado por Valentin  FerreiraPrakash Loungani: ao longo de três décadas, das 150 recessões registradas apenas duas foram previstas (Foto FMI)

Por Carlos Drummond / Carta Capital

Previsões sobre o desempenho da economiano próximo ano, no País e no resto do mundo, surgem em profusão nesta época e é quase impossível ignorá-las.

Algumas precauções talvez ajudem, entretanto, a não levá-las tão a sério quanto os seus autores gostariam, o que provavelmente ajudará a reduzir a ansiedade inerente ao conhecimento de sondagens do futuro, sejam elas otimistas, pessimistas ou um pouco de ambos.

É básico, por exemplo, desconfiar das projeções feitas pelos profissionais do ramo. Prakash Loungani, chefe da Divisão de Macroeconomia do Desenvolvimento no Departamento de Pesquisa do Fundo Monetário Internacional, fez pesquisas em 2000 sobre a precisão das previsões dos economistas.

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ROBÓTICA ELIMINARÁ ATÉ 800 MILHÕE DE EMPREGOS ATÉ 2030

Postado por Valentin FerreiraA McKinsey analisou o efeito da robotização em 46 economias que representam quase 90% do PIB mundial.A McKinsey analisou o efeito da robotização em 46 economias que representam quase 90% do PIB mundial. (Divulgação)

Por Ricardo Della Coletta/ domtotal

Entre 400 e 800 milhões de pessoas em todo o mundo serão afetadas pela automatização e terão de encontrar uma nova ocupação até 2030, segundo um relatório realizado pela consultoria McKinsey Global Institute.

O impacto das novas tecnologias na vida dos trabalhadores será sentido sobretudo nas economias mais desenvolvidas. Segundo o relatório, até um terço da força de trabalho de Estados Unidos e Alemanha terá de aprender novas habilidades e encontrar outra ocupação. No Japão, a porcentagem de afetados poderá chegar a quase a metade dos trabalhadores.

Os responsáveis pelo documento da McKinsey afirmam que os baixos salários no México, por exemplo, levarão a um impacto menos intenso da automatização no país latino-americano: do total de 68 milhões de pessoas que comporão a força de trabalho mexicana em 2030, cerca de 9 milhões serão afetados.

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SUPREMO PROÍBE USO DO AMIANTO EM TODO O PAÍS.

Postado por Valentin FerreiraDurante o julgamento não foi discutido como a decisão será cumprida pelas mineradorasDurante o julgamento não foi discutido como a decisão será cumprida pelas mineradoras (Reprodução)
Da Agencia Brasil /EBC – Via Dom Total
Não poderá ocorrer a extração, a industrialização e a comercialização do produto em nenhum estado do país.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (29) proibir uso do amianto do tipo crisotila, material usado na fabricação de telhas e caixas d’água. A decisão dos ministros foi tomada para resolver problemas que surgiram após a decisão da Corte que declarou a inconstitucionalidade de um artigo da Lei Federal 9.055/1995, que permitiu o uso controlado do material.

Com a decisão, tomada por 7 votos a 2,  não poderá ocorrer a extração, a industrialização e a comercialização do produto em nenhum estado do país. Durante o  julgamento não foi discutido como a decisão será cumprida pelas mineradoras, apesar do pedido feito por um dos advogados do caso, que solicitou a concessão de prazo para efetivar a demissão de trabalhadores do setor e suspensão da comercialização. Continue lendo “SUPREMO PROÍBE USO DO AMIANTO EM TODO O PAÍS.”

ESTUDO LIGA ORIGEM DO SOBRENOME A TAMANHO DO SALÁRIO NO BRASIL

Postado por Valentin FerreiraCrianças abraçadasDireito de imagemGETTY IMAGES.

Estudo indica que, dependendo da ancestralidade, não apenas os salários como os anos de estudo e notas em provas de matemática podem variar

Silva, Santos, Oliveira, Souza e Pereira são os sobrenomes mais comuns de 46,8 milhões de trabalhadores do setor privado, com idade entre 23 a 60 anos, no Brasil.

Juntos, respondem por cerca de 45% dos sobrenomes que constavam, em 2013, na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), uma base de dados socioeconômicos do Ministério do Trabalho.

Mas, se comparados aos de outras origens – em especial japonesa e germânica -, as chances de os brasileiros que carregam esses cinco sobrenomes tão comuns ganharem salários menores são grandes.

Leia a matéria completa: BBC Brasil