EM TEMPOS DE CRISE, A IMPORTÂNCIA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA

Por Valentin Ferreira /Via Jornal do Brasil

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 Mônica Francisco * no Jornal do Brasil

A atual e fabricada crise do estado, fruto da ganância criminosa e sem limites de políticos e empresários que pilharam sem nenhum constrangimento o erário público, vem dando aos poucos a possibilidade de retomarmos algumas pautas adormecidas.

Entre elas, a da Economia Solidária. Objeto de muitas dúvidas, talvez pela amplitude de seus conceitos ou ainda por ser mais simples abraçar o senso comum e tachá-la de “economia dos pobres”, ou por uma presença forte das mulheres e de ter o artesanato como um dos principais produtos. A questão é que desde 2005, quando houve o primeiro mapeamento para traçar um retrato do que esta economia representava, mostrou-se realmente o que emergia a décadas dos “porões” do Brasil.

Fábricas recuperadas, cadeias produtivas pulsantes e envolvendo um contingente considerável de trabalhadores e trabalhadoras.

Neste contexto, a Economia Solidária, onde a autogestão, a sustentabilidade e a cooperação no trabalho coletivo, buscam a concretização de políticas públicas que alavanque ainda mais a economia que em meio a toda essa situação, vem possibilitando o sustento de muitas famílias.

O lançamento do Plano Estadual de Economia Solidária na sexta-feira (23), fruto do trabalho construído por empreendimentos, assessorias e gestores, vem como mais uma contribuição à luta histórica dos homens e mulheres que acreditam que é possível construir uma nova economia.

*Colunista, Consultora na ONG Asplande e Membro da Rede de Instituições do Borel

Mais informações sobre o plano, aqui: https://planoecosolrj.wixsite.com/plano