POR QUE A CIÊNCIA QUER QUE FAÇAMOS MENOS EXERCÍCIOS

Postado por Valentin Ferreira

Cada vez mais estudos recomendam o mínimo treino necessário. Será que os especialistas exageraram na dose?

Por Salomé Garcia / do El País

Esqueça aquela história de passar horas na academia, sem pressa, para conseguir uma melhora. Só quatro ou cinco minutos, uma vez por semana, menos repetições… A ciência nos dá cada vez mais opções para reduzir nossas rotinas de treinamento à mínima expressão. Mas por quê? Será que estavam exagerando nas recomendações?

“Quando você diz a uma pessoa sedentária que ela deve caminhar meia hora por dia, sua reação natural é achar que isso é impossível”, reconhece o médico Francisco Camarelles, do Grupo de Educação Sanitária e Promoção da Saúde da Sociedade Espanhola de Medicina de Família e Comunitária (semFYC). “Mas se lhe propusermos dividir a caminhada em pequenos fragmentos de tempo, ela muda de atitude. Passa a achar isso factível.”

Através de diversas pesquisas, a ciência demonstrou que, quando o assunto é treino, o que conta é a intensidade, não a duração. E, como não temos outra saída a não ser fazer exercício se quisermos minimizar a deterioração física do envelhecimento, combater as doenças associadas com o sedentarismo – hipertensão, cardiopatia, acidente vascular cerebral, determinados tipos de câncer – e a obesidade, propor a realização de exercícios em poucas doses leva a uma maior adesão do que se for em grande quantidade.

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