A FARSA DOS SUPERALIMENTOS

Postado por Valentin Ferreira

Do El País Brasil

Quinoa, bagas de goji, açaí, sementes de chia, chá de maçã, óleo de coco, espirulina, couve ou espelta: cada vez mais produtos de nome estranho e procedência quase sempre exótica se amontoam nas prateleiras de lojas de alimentação e supermercados. Estes são alguns dos chamados superalimentos, segundo especialistas, uma categoria criada mais pelo marketing e as redes sociais do que pela comunidade científica. É frequente ver na Internet supostas propriedades benéficas com efeitos miraculosos para a saúde atribuídas a esses produtos. Mas na grande maioria dos casos não há evidências científicas que confirmem essas virtudes. Os nutricionistas dizem que nenhum produto em si pode ser um superalimento e que uma dieta saudável tem de ser equilibrada e variada. Eles concordam em que alimentos saudáveis são abundantes em nosso ambiente habitual e não é necessário procurá-los do outro lado do mundo.

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