SÓ UMA JUNTA DE PSIQUIATRAS PODE LIVRAR O BRASIL DE BOLSONARO

Imagem:Reprodução 123RF

Por Ricardo Kotscho (Fim de linha: só uma junta de psiquiatras pode livrar o Brasil de Bolsonaro)

Bolsonaro, simplesmente, pirou de vez.

Se ainda restava alguma dúvida, o deprimente pastelão sobre “fraudes na urna eletrônica” apresentado ao vivo na noite de quinta-feira, durante 2 horas e 49 minutos, na TV Brasil e pelas redes sociais, mostrou que o presidente Jair Messias Bolsonaro não tem mais a menor condição de continuar governando o país.

Este é o fato; o resto é tudo fake news em doses industriais.

Como o impeachment se tornou inviável, após a entrega do governo ao Centrão, de porteira fechada, não adianta mais fazer editoriais, colunas, notas de repúdio, manifestações de protesto e denúncias na Justiça.

Tudo já foi dito e escrito a respeito da incompatibilidade do ex-capitão, com evidentes sinais de transtorno mental, para o exercício da Presidência da República.

“Chegou a hora de agir e arrancar o assassino de seu povo do posto que ocupa à base de mentiras e ofensas à Constituição”, sugere meu amigo teólogo Leonardo Boff, com quem eu concordo plenamente.

De que jeito isso seria possível? Boff aponta a solução numa série de posts publicados no Twitter :

“Bolsonaro deve ser interditado por uma junta de especialistas, convocada pelo STF, por ser incapaz de liderar uma nação e de sustar o genocídio em curso. Alguém com poder deve fazer isso. Se não, passaremos por um povo insensível e cruel face a seus mortos por culpa de um genocida”.

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