FILME: SOMOS TODOS IGUAIS

Imagem: Reprodução

A história real do casal Ron (Kinnear) e Deborah Hall (Zellweger). Ela é uma mulher muito religiosa e valente que está batalhando contra um grave câncer. Por persistência da esposa, Ron, um renomado negociante internacional de arte, se aproxima de Denver (Hounsou), um perigoso sem-teto com um passado de sofrimento e exploração. Independente de seu estado de saúde, Deborah estava motivada a fazer o marido participar de um programa social para ajudar o homem humilde a ter novas perspectivas na vida.

Um grande filme baseado em uma grande história real que emociona e que nos faz pensar no que realmente importa na vida. Um filme muito bonito que merece ser divulgado.(Adoro Cinema)

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ENSINE AS CRIANÇAS A PENSAR, NÃO O QUE PENSAR.

Um professor sufi tinha o hábito de contar uma parábola ao final de cada aula, mas os alunos nem sempre entendiam a mensagem dela.

– Professor – um de seus alunos disse desafiadoramente um dia – você sempre nos conta uma história, mas nunca explica seu significado mais profundo.

– Peço desculpas por ter realizado essas ações – o professor pediu desculpas – me permita reparar o meu erro, vou lhe oferecer meu delicioso pêssego.

– Obrigado professor.

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ESCRAVIDÃO, A ORIGEM DO RACISMO

Negro castiga negro: aberração da herança de ódio deixada pela colonização portuguesa

Por Donatella Di Cesare*

Hoje não se pode ignorar a dupla condenação que atingiu o racismo: a da ética, que em Nuremberg pronunciou um juízo inapelável, e a da ciência, que indicou que a “raça” nada mais é do que uma invenção. O resultado evidente dessa dupla condenação está na transformação em tabu da palavra “raça” que, tornando-se suspeita, é sistematicamente evitada e só aparece entre aspas, para se tomar distância dela. Não é por acaso que muito poucos admitem ser “racistas”.

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SOBRE A NOTA DO MINISTÉRIO DA DEFESA

Por MANUEL DOMINGOS NETO*

Desde a última ditadura, a representação política viveu intimidada pelos militares

Em 1979, acatou uma anistia que preservou praticantes do terrorismo de Estado que atentaram contra a humanidade. Na Constituinte de 1988, através do Artigo 142, reconheceu os superpoderes das corporações armadas. O Ministério da Defesa, organismo essencialmente político, foi entregue ao desígnio do militar. Os negócios da Defesa foram simploriamente assimilados como assuntos militares. Com uma tuitada um general condicionou as últimas eleições presidenciais. Com o país em profunda crise multidimensional, a representação política admitiu que Bolsonaro concedesse privilégios a perder de vista à “família militar”.

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