A SIMPLICIDADE DO POETA PARAIBANO

Há 94 anos, em 16 de junho de 1927, nascia o dramaturgo, romancista, ensaísta e poeta paraibano Ariano Suassuna.

Do Pensar a História

Expoente da literatura nordestina, Ariano Suassuna é considerado um dos maiores dramaturgos brasileiros de todos os tempos. Sua obra tem como marca a valorização da cultura popular, evocando o cotidiano das massas e exaltando o sertanejo comum, ao mesmo tempo em que satiriza as classes altas e os poderosos e denuncia a injustiça social.

Ariano é autor de alguns dos textos mais populares da história do teatro brasileiro, nomeadamente o “Auto da Compadecida” — comédia dramática combinando elementos da literatura de cordel e da tradição barroca que o projetou nacionalmente na década de cinquenta. Doutor “Honoris Causa” por diversas universidades brasileiras, Ariano teve suas obras traduzidas para vários idiomas e foi eleito em 1990 para para a cadeira de número 32 da Academia Brasileira de Letras.

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ÀS RUAS NO 19J

Manifestação de 29 de maio na Av. Paulista contra Bolsonaro e por vacina (Foto: Mídia Ninja)

Raimundo Bonfim

A pandemia segue matando e Bolsonaro segue zombando das vítimas, passeando de moto com seguidores negacionistas e desestimulando o uso de máscaras de proteção. Enquanto isso, o Brasil se aproxima de meio milhão de vidas perdidas, 14,8 milhões de desempregados, 19 milhões passando fome. Como não se revoltar e não se indignar com 500 mil mortes, quando sabemos que uma grande parte poderia ter sido evitada, se o governo não tivesse sabotado a compra de vacinas, conforme já está provado pela CPI da Covid-19? É contra os crimes, o genocídio e o negacionismo que voltaremos às ruas neste sábado (19). Mais uma vez os movimentos populares urbanos estarão nas ruas, ao lado da juventude, das mulheres, dos negros e negras e de todos e todas que defendem a democracia, a liberdade, os direitos e de todos que querem o fim deste governo da morte e da destruição do nosso país.  

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PESQUISA FGV: BEM-ESTAR TRABALHISTA, FELICIDADE E PANDEMIA.

Pesquisa da FGV com dezenas de países mostra que preocupação, estresse, tristeza e raiva cresceram mais no Brasil do que no mundo

Da Rede Brasil Atual

“Felicidade foi embora”, verso de uma canção popular, é uma frase incluída em pesquisa divulgado pela Fundação Getulio Vargas intitulada Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia. Os dados mostram que o Brasil está longe do bem-estar e da felicidade, com “um grande salto de desigualdade” e queda do rendimento, pela primeira vez abaixo de R$ 1.000. O estudo da FGV mostra ainda crescimento da raiva entre os sentimentos da população. De 2019 para 2020, por exemplo, a “sensação de raiva” cresceu de 19% para 24% das pessoas. Foi um crescimento de cinco pontos percentuais, enquanto no mundo essa alta foi de 0,8 ponto, para 20%.

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O MUNDO NÃO PODE SER DOMINADO PELA TRISTEZA

Praça da Estação, em Franca (SP) com o coreto e a pequena escultura do Spinaro: um menino sentado, com o pé em cima do joelho da outra perna, retirando espinhos da sola do pé. Imagem em bronze copiada de obra da Roma Antiga (Márcio Maniglia Machado)

Às vezes, Deus nos manda anjos disfarçados para nos tirar da tristeza que submerge em nossas mentes e corações, nos impedindo de ver as coisas boas da vida e das pessoas.

Por Lev Chaim*/ Dom Total

Depois de meses de confronto com um mundo agressivo, quase incompreensível, com a pandemia de coronavírus por todo o planeta, às vezes, fica difícil encontrar o fio da meada que o leve de volta a uma alegria saudável. Eu já fui vacinado duas vezes, mas grande parte do mundo ainda vive o pesadelo desse vírus fatídico, caso não se tome precauções necessárias: vacinar, distância social, máscara e ouvir com cuidado os especialistas. 

Na Holanda, a vacinação vai de vento em polpa, mas esses avisos são constantes na boca dos dirigentes do país e na televisão, a fim de conscientizar o povo da necessidade dos tempos atuais e não menosprezar os perigos da pandemia.

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