A GREVE GERAL E A SÍNDROME DE ESTOCOLMO

Por Sergio Reis – GGN

A Greve Geral de hoje nos dá a oportunidade de revisitar uma característica curiosa, talvez anedótica, encontrada em uma parcela não desprezível de brasileiros, que é a Síndrome de Estocolmo – aquele estado psicológico em que o sujeito, depois de reiterada intimidação, opressão e sujeição por parte do agressor, passa a nutrir simpatia ou afeto com relação a ele.

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FIM DA CORRUPÇÃO EXIGE “ESFORÇO E CIVISMO” QUE A CLASSE DOMINANTE É INCAPAZ DE FAZER

Por Jânio de Freitas

Se é para mudar

Na Folha, via GGN
Atribuir à reforma do sistema político a maneira de acabar com a alta corrupção é vender ou comprar ilusão. Mudar as regras da política é uma necessidade, mas por outro motivo: porque essas regras são ruins. Não proporcionam representatividade ao eleitorado de mais de 100 milhões de votantes, fazem o Congresso e os partidos ter um custo alucinante e, sem obrigação alguma dos congressistas, tornarem-se mais perniciosas do que úteis ao país.
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MÍDIA, GREVE E “PÓS VERDADE”

Por  Assis Ribeiro – via Jornal GGN

A ampla paralisação dos setores trabalhistas e estudantis brasileiros no manhã do dia de hoje demonstra que nem sempre a pós-verdade formulada pelo sistema para nos convencer de que a realidade – como em uma Matrix – é outra diametralmente oposta daquela que nos apresenta pelos nossos sentidos.

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STF ACABA COM TETO CONSTITUCIONAL E LIBERA “MEU BOCÃO, MINHA VIDA”

Por Fernando Brito-

Com apenas um voto contrário, o de Luiz Edson Fachin, o Supremo Tribunal Federal aprovou relatório de Alexandre de Moraes e liberou o pagamento de  remuneração de servidores públicos que acumular cargos (e aposentadorias) que ultrapasse  R$ 33,7 mil, o equivalente aos vencimentos de ministros do STF.

Eles próprios, inclusive, já que juízes podem acumular suas fuções com outras, como as de professor.

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OS JUROS MAIS ALTOS DO PLANETA

Por Valentin Ferreira

Cartões e Cheque Especial –Juros estratosféricos

No país que pratica a taxa básica de juros mais alta do planeta, as taxas de juros, de duas modalidades de crédito se tornam proibitivas: Rotativo do Cartão de Crédito e Cheque Especial.  O rotativo do Cartão pode bater  nos 490% ao ano, o que representa quase 16% ao mês.  Dezesseis vezes mais que uma boa aplicação em renda fixa que paga 1% ao mês.

Já o cheque especial, modalidade de crédito de fácil acesso, também não fica muito atrás. Quem deixar a conta no vermelho poderá pagar, dependendo da instituição financeira, por volta de 13% ao mês, ou “módicos” 330% de juros ao ano.

É bom lembrar que a taxa básica de juros determinada pelo Banco Central é de 11,25% AO ANO.

Nem sempre é possível, mas o bom senso recomenda cuidado com certas modalidades de crédito. Quando menos a gente espera, a corda já se enrolou no pescoço.

A boa educação financeira sempre faz algumas recomendações, e uma delas é responder a seguinte pergunta antes de comprar alguma coisa que pode esperar: Eu preciso ou eu quero?

Valentin Ferreira

 

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