SENADO: FIM DO FORO PRIVILEGIADO PODE SER APROVADO NA QUARTA-FEIRA (17)

Por: Agencia Senado

O Senado pode aprovar na quarta-feira (17) a extinção do foro especial por prerrogativa de função, o chamado foro privilegiado. A proposta de emenda à Constituição que acaba com esse privilégio para autoridades federais estará pronta para votação e o presidente do Senado, Eunício Oliveira já garantiu que colocará a matéria em pauta se houver um número expressivo de senadores em Plenário.

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EM LONDRES, MORO É QUESTIONADO SOBRE “DITADURA DO JUDICIÁRIO”

Por: Conexão Jornalismo

Moro e seu périplo próprio de um popstar do Judiciário Brasileiro enfrentou um pequeno revés durante sua participação em um debate na London School of Economics, no Reino Unido. Ao lado do ex-ministro José Eduardo Cardozo, do governo Dilma, ele ouviu e silenciou sobre o questionamento feito pela filósofa  Djamila Ribeiro. Ela o questionou sobre o que chamou de “ditadura do judiciário” brasileiro onde, em uma só canetada, um juiz mandou fechar o Instituto Lula com base em coisa alguma – o argumento usado, o pedido do MP, não existiu.

Djamila fez referência ainda aos aplausos manifestados ao juiz que lhe pareceu algo inusitado tendo em vista que a necessidade de absoluta imparcialidade esperada de um magistrado:

– Os aplausos ao magistrado eram preocupantes, uma vez que “juiz não deveria ter lado, não deveria ter partido.

Fonte e mais informações: ConexãoJornalismo.com.br

 

 

 

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JANOT: DELAÇÕES SÃO “ESPONTÂNEAS”. E CACHORRO MIA, NÃO É, DOUTOR?

Por: Fernando Brito / Blog Tijolaço

Mônica Moura delata

Em palestra a estudantes de Direito – que são aqueles rapazes e moças que vão aprender daqui a algum tempo que, agora, a lei é a vontade do Ministério Público e dos juízes – o procurador geral da República, Rodrigo Janot disse que as delações premiadas são “espontâneas”.

“Não se prende para forçar colaboração, mesmo porque a lei diz que a colaboração tem que ser espontânea. Não somos nós, órgãos de controle, que chamamos o réu. A iniciativa tem que partir dele, que contrata um advogado e nos procura”.

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