PROFESSOR DE HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, FAZ CRONOLOGIA DO GOLPE

Por: Fernando Horta / Portal Brasil 247
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O IMPACTO DO CONSUMO

Por: Isaac dos Santos Toledo/reporterunesp

Há mais ou menos 160 mil anos atrás, durante o período Paleolítico, o ancestral mais próximo da raça humana surgia sobre o planeta: o Homo sapiens. Este ser vivo era nômade e vivia da caça de animais para ter a pele para se proteger do frio e a carne para se alimentar e da coleta de frutos, logo, tudo aquilo que consumia era voltado para a sua sobrevivência.

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TRABALHADOR RURAL PODERÁ RECEBER CASA E COMIDA NO LUGAR DO SALÁRIO

Por: Carta Capital
PL protocolado em novembro na Câmara reduz ainda mais os direitos dos trabalhadores rurais, alterando remuneração e jornada de trabalho
trabalhador-ruralArquivo ANPr

Jornada de trabalho no campo pode chegar a 12 horas em 18 dias seguidos sem descanso

Se o trabalhador urbano enfrenta uma perda de direitos sem precedentes com o avanço da reforma trabalhista no Congresso, o trabalhador rural está ameaçado inclusive na forma de remuneração, que pode passar a ser permitida na forma de comida e habitação, em substituição ao dinheiro.

Um filhote do Projeto de Lei da reforma trabalhista trata especificamente dos direitos dos trabalhadores rurais: são 192 itens que ficaram de fora do texto principal e foram consolidados no PL 6442/2016, que deve começar a ser debatido em uma comissão especial na Câmara nas próximas semanas. Na prática, a CLT (Consolidação das Leis Trabalho) perde a validade para os trabalhadores do campo.

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TIM VICKERY: QUASE NINGUÉM GANHA EM UMA ECONOMIA FOCADA EM REDUZIR SALÁRIOS

Por Tim Vickey -BBC Brasil

A Revolução Industrial na Grã-Bretanha contou com uma enorme quantidade de mão de obra infantil: até 15% dos trabalhadores fabris eram crianças. Jornadas de 16 horas eram comuns até para quem tinha seis anos de idade.

Ao longo do século 19, uma série de leis (“Factory Acts”) tentou regulamentar as condições de trabalho dentro das fábricas, limitando especialmente o trabalho infantil.

Parece incrível sob a perspectiva de hoje, mas houve oposição a essas leis. Não era função do Estado, diziam, mexer com a produção. E mais especificamente, não era justificável limitar legalmente um contrato já acordado entre as duas partes – no caso, o empresário e o trabalhador mirim.

De repente esse debate parece mais moderno, por dois motivos.

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