“QUEM FICA EM SILÊNCIO É CÚMPLICE DESSE REGIME FASCISTA”, DENUNCIA FELIPE NETO

Por Deutsche Welle

Com mais de 40 milhões de seguidores no YouTube e 13 milhões no Twitter, Felipe Neto diz levar muito a sério a responsabilidade de não desinformar seu público, e defende a importância de artistas e influenciadores se posicionarem politicamente. “Quem fica em silêncio é cúmplice desse regime fascista, e não podemos ficar em silêncio quando enfrentamos alguém como Jair Bolsonaro.”

Ao ser perguntado se milhões de seguidores podem oferecer proteção à sua liberdade de proteção, ele disse que “eles não podem literalmente proteger, mas podem colocar pressão no governo”. “Quando você tem milhões de seguidores, não é que você esteja protegido, mas com certeza tem algum tipo de poder para contra-atacar”, contou.

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E A LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE VAI FUNCIONAR?

Procurador distorce diálogo gravado para defender interesse de colegas da Lava Jato

Por Bruno Boghossian

Denúncia contra Glenn manipula a lei para perseguir quem incomoda

A Polícia Federal ouviu as 1.285 palavras trocadas entre Glenn Greenwald e um dos hackers de Araraquara no último dia 7 de junho. O delegado não viu provas contra o jornalista e anotou que ele manteve na conversa “uma postura cuidadosa e distante”. Já o procurador Wellington Oliveira realizou a façanha de analisar o mesmíssimo diálogo e denunciar o repórter por três crimes.

O contorcionismo do Ministério Público Federal para alvejar Glenn mostra como uma corporação é capaz de manipular o sentido das leis para proteger seus próprios integrantes e perseguir quem incomoda.

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PROCURADOR DENUNCIA OS CRIMES DE MORO

Por Valentin Ferreira /doConversa Afiada /via Justificando
Violação de sigilo, abuso de autoridade… e tem mais!
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                                                                                                         Do portal Justificando:

Os crimes de Moro contra Lula

Concluído em primeira instância o “processo do tríplex”, de fato constata-se que crimes foram cometidos. Os do juiz. Sobre os imputados ao réu nada se pode dizer.

Trata-se de lawfare. A aniquilação de um personagem político pela via de mecanismos judiciais. A série de episódios grotescos que caracterizou a jurisdição nesse caso não deixa qualquer dúvida a respeito. Só o fato de o processo entrar para o imaginário social como um combate “Moro vs. Lula” evidencia o caráter teratológico da atuação do magistrado. Moro cometeu crimes, violou deveres funcionais triviais, atingiu direitos e garantias constitucionais do réu, feriu o sigilo de suas comunicações, quis expô-lo e humilhá-lo publicamente, manteve-o detido sem causa por horas, revelou conversas íntimas de seus familiares.

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