CIENTISTAS RECONHECEM TRANSMISSÃO DE CORONAVÍRUS PELO AR E REFORÇAM NECESSIDADE DE MÁSCARA

Agentes da vigilância sanitária em ação educativa para uso de máscara no centro de São Paulo – Eduardo Anizelli/Folhapress

Contágio por aerossóis, que podem ficar no ar por horas, aumenta preocupações sobre a reabertura

Por Everton Lopes Batista/ Folha

Artigos publicados nos últimos meses engrossaram as evidências de que a transmissão do novo coronavírus pelo ar, não só por gotículas de saliva, é possível e tem um papel maior do que se imaginava inicialmente.

Cada vez mais estudos confirmam a presença do vírus ativo em aerossóis de saliva expelidos por pessoas durante a fala, espirro ou tosse. Aerossóis de saliva são partículas líquidas muito pequenas, mas maiores do que o Sars-Cov-2, e por isso podem carregá-lo pelos

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COVID: COMO EVITAR O CONTÁGIO POR PARTÍCULAS SUSPENSAS NO AR

Estudos reforçam chances de transmissão do novo coronavírus por aerossóis, o que
destaca a importância de cuidados maiores na retomada de atividades que geram
aglomeração em locais fechados e sem ventilação

Por Estêvão Bertoni / Nexo Jornal

Estudos recentes que buscam desvendar como a transmissão do novo coronavírus tem ocorrido reforçam a tese de que o contágio pode se dar de pessoa a pessoa por meio de partículas suspensas no ar, chamadas de aerossóis — e não somente por gotículas de saliva expelidas ao falar, tossir ou espirrar, como se acreditava inicialmente.

Os achados alertam para o risco da retomada precoce de atividades que geram aglomerações em locais fechados, como acontece nas escolas e no uso de transportes coletivos, e podem servir para o estabelecimento de novos protocolos de saúde na pandemia.

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