ONU DIZ QUE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES NA AMÉRICA LATINA É UMA PANDEMIA

Foto: Mídia NINJA

Do Brasil 247

 Organizações de mulheres denunciaram o aumento dos casos de violência e feminicídios na região latno-americana desde o início da pandemia de covid-19. De acordo com a ONU, durante a pandemia, o número de ocorrências de violência contra as mulheres aumentou porque muitas das vítimas tiveram que ficar confinadas em suas casas.

Durante a pandemia “podemos constatar que as consequências para as mulheres foram desproporcionalmente negativas”, disse a diretora regional para a América Latina e o Caribe da ONU Mulheres, María-Noel Vaeza.

María-Noel Vaeza alertou que a violência contra as mulheres na América Latina tem dimensões pandêmicas e os indícios mostram que está aumentando. A representante da ONU Mulheres afirmou que ainda não há dados consolidados, mas os “números emergentes mostram um aumento das denúncias e da procura de apoio” devido à violência contra as mulheres, informa a Telesul.

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BOLÍVIA, CHILE, BACURAU

Por Paulo Nogueira Batista Jr

O leitor ou leitora que está aí, invisível, inacessível, atrás da tela onde ora vou digitando essas palavras, esse leitor ou leitora haverá de compreender, de certo, que escrever se mostra cada vez mais difícil? Estou à beira de desistir. Mas retiro o ponto de interrogação. Não cabe a dúvida – ironicamente presente na expressão “de certo”. O leitor desta coluna compartilha comigo alguns valores, opiniões e – sobretudo – angústias. Quem vivencia o momento atual, no Brasil e no mundo, sem angústia, sem pelo menos uma ponta de angústia, dificilmente estaria lendo estas palavras neste momento.

E, no entanto, não quero exagerar e muito menos propagar desalento. Nem todas as notícias são ruins – pelo menos as que nos chegam do exterior. Ao contrário. No campo político, algumas têm sido até excelentes.

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PERGUNTAS OBRIGATÓRIAS QUE TODO LATINO-AMERICANO DEVE SABER RESPONDER

Do Twitter/Via Era da Idiocracia

1 – Quantas armas de destruição em massa Saddam Hussein tinha?

– Nenhuma. 

2 – Quantos mortos deixaram a intervenção democrática dos EUA no Iraque?

– Mais de meio milhão. 

3 – Quem conseguiu o petróleo e os negócios da reconstrução do Iraque?

– Yankee Corporation. 

4 – Quantos direitos civis o povo iraquiano recuperou?

– Nenhum. 

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OS SABORES E SABERES DAS MULHERES DA AMÉRICA LATINA, EM UMA SÉRIE DE TV

Nova temporada de ‘Street Food’, sobre a comida de rua no Brasil, Argentina, e Bolívia, México, Colômbia e Peru, no Netflix

Por Almudena Barragán

A maioria dos grandes chefs da América Latina é de homens. Sua culinária de altíssimo nível é a embaixadora da gastronomia de seus países, e muitos deles recorrem a novas técnicas e sabores que misturam à tradição para se destacar. Essa tradição é a mesma que se mantém viva em quiosques e mercados, que alimenta cidades inteiras que vivem com pressa, onde o que as pessoas querem é comer rápido, gostoso e por pouco dinheiro. Se algo têm em comum as ruas do México, Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia e Peru são suas barraquinhas de comida, normalmente atendidas por uma mulher.

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AMÉRICA LATINA E SEU 8 DE MARÇO

Mulheres formam cordão humano em protesto contra feminicídios no México.MONICA GONZALEZ / EL PAÍS

Mulheres protestam nas principais capitais da região contra os feminicídios e a desigualdade

Por Sonia Corona / El País

A luta pela igualdade entre mulheres e homens levará milhões de mulheres a protestar neste 8 de março nas principais cidades da América Latina. A mobilização de 2020 deve ser uma das mais massivas dos últimos anos na região, diante do agravamento das condições que deixaram historicamente em segundo plano a população feminina. México, Argentina e Chile lideram os protestos para exigir o fim da violência machista, a igualdade de oportunidades e o direito ao aborto. A situação política e social da América Latina nos últimos anos impulsionou a organização das mulheres para reivindicar seus direitos.

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SEITAS EVANGÉLICAS SÃO A NOVA ARMA DOS EUA PARA DAR GOLPES NA AMÉRICA LATINA,diz filósofo

Filósofo e teólogo argentino, Enrique Dussel, afirma que os Estados Unidos promovem uma “guerra santa” para dar golpes em governos democráticos na América Latina.

Por Carta Campinas

Entrevistado pela jornalista mexicana Carmen Aristegui, ele diz que Jeanine Añez, a evangélica que tomou o poder na Bolívia, é ‘absolutamente ilegítima’. Segundo ele, não há ferramentas intelectuais suficientes para analisar a guerra santa que os Estados Unidos estão usando para sustentar golpes nos países da América Latina. “O caso da Bolívia retrata o caos semântico que vivemos, em que se trata o ditador como ‘democrata’ e o ‘democrata’ como ditador”.

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