BOLSONARO DEVE INVADIR A ARGENTINA

Por Moisés Mendes em seu Blog

Esses argentinos estão pensando o quê? Eles não sabem que vieram jogar num país liderado por um homem fiel à ciência e às vacinas, um líder que chega a dormir de máscara para proteger seu povo?

Esses argentinos não sabem que o brasileiro é um povo consciente e
respeitador, que preserva a saúde coletiva?

Anvisa neles, Polícia Federal neles. Interpol, Anistia Internacional. E, se reclamarem muito, prisão perpétua.

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ELES INCOMODAM O NEGACIONISMO

Por Moises Mendes

Depois de passada a pandemia, quando o coronavírus não for mais assunto diário, a bióloga Natalia Pasternak e o farmacêutico Gustavo Mendes devem continuar aparecendo com frequência na TV.

Para comentar o quê? Que comentem qualquer coisa, mas que permaneçam inspirando confiança na ciência, como fazem nesses dias de trevas da pandemia.

Mendes é o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa. Uma figura que, antes mesmo da leitura do relatório técnico sobre as vacinas liberadas para uso emergencial, já mostrava que é um cara ponderado e seguro.

E Natalia Pasternak, já consagrada como cientista que busca a comunicação com o público, é pesquisadora visitante da USP, professora da FGV e presidente do Instituto Questão de Ciência.

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VACINA QUE BOLSONARO ESNOBOU ESTÁ PERTO DE SER APROVADA NOS EUA

Anvisa teria três dias para responder sobre uso do produto no Brasil, caso EUA o aprovem

Por Vinicius Torres Freire

vacina que Jair Bolsonaro esnobou está perto de ser aprovada nos Estados Unidos. Um comitê que assessora a “Anvisa americana” (a FDA) decidiu recomendar a aplicação da vacina da americana Pfizer e da alemã BioNTech, que já está sendo aplicada no Reino Unido.

​A FDA pode ignorar a recomendação. Caso seja liberada pela FDA, o governo americano pretende começar a aplicar a vacina quatro dias depois da aprovação.

Bolsonaro e seus paus mandados da Saúde teriam então menos de quatro horas para tentar se livrar da lambança negacionista e incompetente que promoveram, que bem poderia parar em um tribunal como negligência criminosa.

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23% DOS ALIMENTOS TÊM VOLUME DE AGROTÓXICOS ACIMA DO LIMITE PERMITIDO

Oito a cada dez pimentões vendidos em mercados e feiras tinham agrotóxico proibido ou acima do permitido (Droberson/Pixabay)

Saiba quais são os alimentos com mais agrotóxicos proibidos ou acima do volume permitido e aqueles que oferecem risco imediato à saúde do consumidor. Cálculo de intoxicação da Anvisa ignora crianças com menos de 10 anos

Por Pedro Grigori, Bruno Fonseca
Agência Pública

A Anvisa usou tom otimista na publicação do relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos com resultados de testes feitos em frutas e legumes entre 2017 e 2018. Mas o documento não colocou de forma clara informações de alto interesse público que foram destaque na divulgação de relatórios anteriores. Por exemplo, quais são os alimentos em que mais foram detectados agrotóxicos em doses problemáticas? A reportagem analisou os dados brutos do relatório em busca dessa e de outras respostas. 

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COMO PEDIR O TESTE PARA COVID-19 PELO PLANO DE SAÚDE

Convênios são obrigados a cobrir testes, mas é preciso ter o pedido médico

Por Ana Paula Branco

Todos os clientes de plano de saúde com sintomas de Covid-19 já podem fazer o teste sorológico para a detecção da doença, sem custo. A medida faz parte de decisão da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), publicada nesta segunda-feira (29), no “Diário Oficial da União”, após determinação judicial.

O exame liberado detecta a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao vírus. Para isso, é necessário colher uma amostra de sangue. Esse tipo de teste é indicado a partir do oitavo dia de início dos sintomas. Com a nova norma, os planos cobrem, a partir de agora, todos os testes para detectar o novo coronavírus.

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COMO FUNCIONA O LOBBY DA NESTLÉ, UNILEVER E DANONE PARA ESCONDER O EXCESSO DE SAL, GORDURA E AÇÚCAR NOS RÓTULOS

Postado por Valentin Ferreira

A ANVISA QUER novos rótulos para os alimentos. O órgão, que dita as regras de venda de alimentos e remédios no Brasil, criou em maio de 2018 uma proposta que pode obrigar fabricantes a incluir alertas gráficos sobre a presença de componentes nocivos à saúde, como sal, açúcar e gorduras nas embalagens. O sistema também busca padronizar informações, como as medidas básicas usadas para indicar a proporção de nutrientes e ingredientes. Sem essa padronização, a indústria confunde o consumidor diante da prateleira, que precisa decidir sobre a influência de 1g de sal em embalagens de quantidades diferentes.

No mundo inteiro, governos buscam soluções criativas para lidar com a obesidade e as doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e câncer, que se transformaram nas maiores ameaças à saúde pública. No Brasil, três em cada quatro mortes são causadas por elas. A tentativa da Anvisa de aprovar um rótulo mais claro, com alertas sobre componentes nocivos à saúde e relacionados a essas doenças, seria uma maneira de incentivar a população a optar por alimentos mais saudáveis.

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