A BALADA DO MENINO TRISTE

Bolsonaro na cerimônia de Sanção do PLN para Obras do Metrô de BH no dia 30 de setembro (Isac Nóbrega/PR)

Ricardo Soares*

Houve um tempo em que uma balada era apenas um gênero literário ou uma composição musical de forma indefinida e não esse sinônimo mequetrefe para festa, ajuntamento. Seja qual for a designação correta, todas servem para definir a triste e hedionda cena que o mundo viu semana passada quando o pior presidente de nossa história mais uma vez expôs uma criança fardada empunhando arma, dessa vez em Belo Horizonte.

A cena, sob todos os pontos de vista é degradante, inaceitável, O Comitê da ONU dos Direitos da Criança emitiu uma declaração nessa terça-feira (5), em Genebra, em que condena a atitude do nosso genocida de exibir uma criança vestida com farda da Polícia Militar mineira, empunhando uma arma de brinquedo. Pior que não foi a primeira vez e nem será a última e sequer nos estarrece, diante da imensa lista de inomináveis tolices que comete esse elemento que muitos nomeiam de “presidente”.

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