REAL VAI A NOCAUTE: R$ 1,00 VALE US$ 0,22

REAL É A MOEDA QUE MAIS SE DESVALORIZOU NO MUNDO, APONTA BLOOMBERG

A Agência Bloomberg afirmou em reportagem publicada nesta quinta, 5, que mesmo as tentativas do Banco Central não impediram o real de ser a moeda “com o pior desempenho do mundo, com queda de 13%”.

A reportagem também afirmou que a moeda brasileira atingiu repetidamente novos recordes de desvalorização este ano. 

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SAÍDA DE DÓLARES DO PAÍS É A MAIOR EM 38 ANOS

Saída de dólares do país supera entrada em US$ 44,7 bilhões em 2019

Num ano marcado pela forte volatilidade do câmbio, a saída de dólares da economia brasileira superou o ingresso em US$ 44,77 bilhões em 2019, de acordo com os dados divulgados pelo Banco Central (BC). Essa é a maior retirada líquida de divisas desde o início da série histórica, em 1982.

O recorde anterior de retiradas líquidas tinha sido registrado em 1999, quando o fluxo cambial – diferença entre as entradas e saídas de dólares – tinha ficado negativo em US$ 16,18 bilhões. Naquele ano, o Brasil tinha abandonado a política de bandas cambiais e permitido a livre flutuação do dólar, quando a cotação passou pela primeira vez a barreira dos R$ 2.

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O BRASIL É DOS BANCOS E DOS RENTISTAS

Postado por Valentin Ferreira / do Convesa Afiada
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Reprodução

Quem não precisa de industria é paraíso fiscal / PHA

O excelente repórter Carlos Drummond publica na Carta Capital a reportagem de capa “O naufrágio do Brasil”: os interesses do rentismo e dos super-ricos espremem a indústria e a população vulnerável e reduzem a possibilidade de uma retomada.

Seguem alguns tópicos do importante trabalho do Drummond:

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MERCADO FINANCEIRO PREVÊ INFLAÇÃO ABAIXO DO LIMITE DA META DE 3%

Postado por Valentin Ferreira / da Agencia Brasil EBCeconomia ilustração                                                    Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

O mercado financeiro reduziu a estimativa de inflação para abaixo do limite inferior da meta para este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,08% para 2,97%, de acordo com o boletim Focus, pesquisa divulgada na internet, todas as semanas – geralmente às segundas-feiras – pelo Banco Central (BC).

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FIM DA RECESSÃO OU ILUSÃO ESTATÍSTICA

Por Esther Dweck* / CartaCapital

O governo celebra aumento da atividade econômica, mas não diz que os dados só cresceram porque o IBGE alterou sua metodologia

Meirelles comemora uma recuperação da economia que não houve

O governo comemorou na segunda-feira 15 o que seria o primeiro sinal de recuperação da atividade econômica após oito trimestres de quedas sucessivas do Indicador de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Mas o que explica o aumento em tal índice, quando todos os demais indicadores, especialmente o emprego, apontam para um movimento contrário?

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