BANCO MUNDIAL APONTA CRESCIMENTO DA POBREZA E DESIGUALDADE NO BRASIL

De 2014 a 2019, a renda dos 40% mais pobres caiu, em média, 1,4% por ano

Por Deutsche Welle

Os brasileiros na faixa dos 40% mais pobres, população equivalente a 85 milhões de pessoas, começaram este ano de pandemia da covid-19 sem terem recuperado a renda que tinham antes da recessão iniciada em 2014, no final do governo Dilma Rousseff. O mesmo não ocorreu com a outra parcela da população, que no início do ano já recebia uma renda superior à do período pré-crise.

Os cálculos são de estudo do Banco Mundial realizado a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). A parte mais pobre da população teve alívio temporário ao longo de 2020 com a renda emergencial, mas muitos voltarão à situação anterior após o fim do benefício, em dezembro.

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O FIM DO TÚNEL

“A crise econômica que está se desenvolvendo rapidamente é mais profunda que a crise financeira global de 2008″, constatou o relatório

Do Jornal GGN

Coronavírus pode levar meio bilhão de pessoas à pobreza no mundo

A recessão econômica que será provocada pelo coronavírus poderá levar meio bilhão de pessoas no mundo à pobreza, segundo um estudo da Oxfam divulgado nesta quinta (9). Até o momento, a doença já matou oficialmente mais de 89 mil pessoas e infectou 1,5 milhão.

O impacto da crise sobre a pobreza global foi mensurado em função da diminuição da renda e do consumo das famílias, explicou a agência Reuters.

“A crise econômica que está se desenvolvendo rapidamente é mais profunda que a crise financeira global de 2008”, constatou o relatório.

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O BRASIL DO “DEUS ACIMA DE TODOS”, TEM 13,5 MILHÕES DE MISERÁVEIS

Postado por Blog do Valentin
Grupo, que sobrevive com 145 reais mensais, vem crescendo desde 2015. Número de miseráveis no país é maior que a população da Bolívia, mostra IBGE
Por Carla  Jimenez /El País

Extrema pobreza sobe e Brasil já soma 13,5 milhões de miseráveis

A extrema pobreza subiu no Brasil e já soma 13,5 milhões de pessoas sobrevivendo com até 145 reais mensais. O número de miseráveis vem crescendo desde 2015, invertendo a curva descendente da miséria dos anos anteriores. De 2014 para cá 4,5 milhões de pessoas caíram para a extrema pobreza, passando a viver em condições miseráveis. O contingente é recorde em sete anos da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta do desemprego, os programas sociais mais enxutos e a falta de reajuste de subvenções como o Bolsa Família aumentam o fosso do mais pobres. O indicador de pobreza do Bolsa Família, por exemplo, é de 89 reais, abaixo do parâmetro de 145 reais utilizado pelo Banco Mundial.

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ETERNO RETORNO AO PESADELO DA POBREZA

Postado por Blog do Valentin
Trabalhadores formam fila quilométrica para disputar uma das 6.000 vagas no mutirão do emprego/ Foto Danilo Verpa
Segundo relatório, 7,4 milhões voltaram à condição de carência no Brasil em 2017

Depois do sonho rooselvetiano, em que imaginamos virar um país de classe média, voltamos ao velho pesadelo da pobreza. É o que mostra o estudo do Banco Mundial recentemente divulgado (Mercado, 5/4).

De acordo com o relatório, depois de cair sistematicamente entre 1999 e 2014, o número de pobres aumentou, com 7,4 milhões de brasileiros tendo retornado à condição de carência em 2017.

Analisando o conjunto da América Latina, o organismo multilateral identifica no que chama de a “década de ouro” (2003-2013), marcada pela elevação do preço das commodities, um avanço nas condições de vida das camadas de baixa renda.

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BOLÍVIA É O PAÍS QUE MAIS REDUZIU DESIGUALDADE SALARIAL NOS ÚLTIMOS 15 ANOS NA AMÉRICA LATINA, DIZ RELATÓRIO

Postado por Valentin FerreiraLa Paz, na Bolívia: país foi o que mais reduziu desigualdade salarial na América Latina

Por Operamundi.

Educação, aumento do salário mínimo e formalização do trabalho influíram no resultado, segundo estudo do Banco Mundial

Segundo o coeficiente de Gini, parâmetro utilizado na pesquisa, a desigualdade de salários no país, que, em 2003, correspondia a 0,53, agora está em 0,44. O coeficiente de Gini indica um número entre 0 e 1, onde 0 corresponde ao melhor indicador, ou seja, a igualdade absoluta; e 1, o pior.

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QUANDO VOCÊ VAI À ESCOLA, O QUE APRENDE?

Postado por Valentin Ferreira

Quando você vai à escola, o que aprende?Imagem: AGÊNCIA BRASIL

Estudo do Banco Mundial revela que as falhas nos sistemas de ensino estão aprofundando as desigualdades e propõe medidas para melhorá-los 

Em algum momento você fez um curso e sentiu que não aprendeu? Se a resposta for “sim”, imagine multiplicar essa sensação por muitos anos. Pense também que, daquele conhecimento nunca aprendido, dependem as suas chances de melhorar de vida. Como você se sente?

As sensações de fracasso e impotência, entre outras, acompanham milhões de estudantes de países em desenvolvimento que não sabem ler, escrever ou fazer uma operação de aritmética, mesmo após vários anos de escolarização. Além de nascerem em desvantagem devido à pobreza, ao gênero ou a uma deficiência, eles chegam à idade adulta sem as aptidões mais básicas para a vida.

Alguns dados do mais recente Relatório de Desenvolvimento Global (WDR 2018, na sigla em inglês), do Banco Mundial, revelam as disparidades que existem entre os estudantes ricos e pobres de um mesmo país e entre esses mesmos alunos e os de uma economia desenvolvida. Estas são algumas das principais conclusões:

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