O LULÔMETRO ESTÁ DE VOLTA

Postado por Valentin Ferreira

Resultado de imagem para imagem de lula na folha são pauloFoto: FolhaImagem

Por: Bernardo Mello Franco / Folha

BRASÍLIA – Uma vitória de Lula pode derrubar a Bolsa e levar o dólar a R$ 4. A estimativa foi divulgada pela corretora XP, que disse ter ouvido 211 investidores. É a volta do terrorismo de mercado, que sempre tenta ditar o resultado das eleições.

Em 1989, o presidente da Fiesp anunciou que 800 mil empresários deixariam o país se Lula fosse eleito. A frase facilitou a vitória de Fernando Collor, que confiscou a poupança e deixou a economia em frangalhos.

Em 2002, o Goldman Sachs lançou o “lulômetro” e projetou um câmbio nas alturas. O megainvestidor George Soros disse que o Brasil teria que escolher entre o tucano José Serra e o caos. O petista assumiu com o dólar a R$ 3,52 e voltou para São Bernardo com a cotação a R$ 1,66.

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O PATO CAIU NA DELAÇÃO, Por Bernardo Mello Franco

Postado por Valentin Ferreira
Renato Costa-29.mar.2016/Folhapress
BRASILIA, DF, BRASIL, 01-10-2015, 09h00: Um pato inflável de 12 metros de altura é visto no gramado em frente ao congresso, na esplanada dos ministérios em Brasília. O ato marca o lançamento da campanha "Não vou pagar o Pato" em Brasília, organizado pela FIESP. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)
Fiesp colocou 5.000 patos infláveis em frente ao Congresso em protesto contra o governo Dilma

BRASÍLIA – As delações dos marqueteiros Duda Mendonça e João Santana ajudaram a desvendar os esquemas do PT. Agora é a vez de Renato Pereira abrir a caixa-preta do financiamento das campanhas do PMDB.

As confissões do publicitário atingem figurões do partido nas duas maiores cidades do país. No Rio, ele delatou Sérgio Cabral, Luiz Fernando Pezão e Eduardo Paes. O primeiro está preso, o segundo é o atual governador e o terceiro quer disputar a cadeira em 2018. O plano pode ser abortado se a doutora Raquel Dodge completar o serviço do antecessor.

Na delação, Paes é acusado de organizar um caixa clandestino com dinheiro de empreiteiras e da máfia dos ônibus. Numa passagem, o marqueteiro diz que o ex-prefeito o orientou a buscar R$ 1 milhão em espécie na sede das empresas de Jacob Barata Filho, que voltou a ser preso nesta semana. Paes nega as acusações.

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MINC ESTÁ SE CURVANDO AO OBSCURANTISMO, ALERTA MELLO FRANCO

Postado por Valentin Ferreira / do 247
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A SORTE DE NÃO TER UM VICE

Postado por Valentin Ferreira / da Folha SP
Ueslei Marcelino/Reuters
BRASILIA, DF, BRASIL, 18-09-2017, 09h00: Cerimônia de Posse da Nova Procuradora Geral da República (PGR) Raquel Dodge, com a presença do presidente Michel Temer, da presidente do STF Ministra Carmen Lucia, e dos presidentes da câmara e do senado, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), na sede da PGR. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)
O presidente Michel Temer
Por :Bernardo Mello Franco / da FSP

BRASÍLIA – Em setembro de 2015, Michel Temer estava ansioso para mudar de cadeira. Eleito na chapa de Dilma Rousseff, o vice circulava por salões em que se pregava abertamente a derrubada do governo. Num desses encontros, organizado por uma socialite paulistana, ele comentou que a aprovação da presidente estava abaixo do “razoável”.

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MELLO FRANCO: FILME DA LAVA JATO É PEÇA DE PROPAGANDA

Postado por Valentin Ferreira /Do Brasil 247

Jornalista Bernardo Mello Franco, colunista da Folha de S. Paulo, disse que o filme sobre a operação Lava Jato “fica devendo, e muito”, para uma produção que se propõe a recriar a maior operação anticorrupção do país; “Com orçamento milionário e elenco de globais e ex-globais, o filme exagera no tom de exaltação da Operação Lava Jato. O resultado é uma trama maniqueísta, sem nuances, que, em vários momentos, se assemelha a uma peça de propaganda”; “Num momento em que a Lava Jato cerca o governo Temer e atinge políticos de todos os grandes partidos, a ênfase nas acusações ao PT passa a impressão de que o filme resolveu contar apenas uma parte da história”, afirmou

Fonte e íntegra da Matéria:http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/

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A NOVA TOMADA DE TRÊS PINOS, por Bernardo Mello Franco

Postado por Valentin Ferreira / da Folha SP
Pedro Ladeira/Folhapress
Deputados Lúcio Vieira e Vicente Cândido (relator) na comissão especial da reforma da política, que será votada no plenário da Câmara
Deputados Lúcio Vieira Lima e Vicente Cândido, presidente e relator da comissão da reforma política

Por Bernardo Mello Franco / Folha SP.

BRASÍLIA – Os feirantes da reforma política querem vender uma nova jabuticaba. Para driblar as críticas ao distritão, um sistema eleitoral adotado em apenas quatro países, decidiram apostar num modelo que não existe em país nenhum.

A gambiarra está sendo chamada de semidistritão, ou distritão misto. Foi inventada há poucos dias e pode ser aprovada nesta terça-feira. A ideia ganhou força na Câmara, embora poucos deputados sejam capazes de explicar do que se trata.

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