WAGNER MOURA: PORTARIA DO TRABALHO ESCRAVO É CRUEL E COVARDE. VEJA VÍDEO.

Postado por Valentin Ferreira /da Caros Amigos

O ator Wagner Moura publicou um vídeo nas redes sociais declarando que é preciso resistir à portaria 1.129/2017 publicada pelo governo de Michel Temer atacando a legislação que combate o trabalho escravo. “Pessoas que comem com animais, que dormem em lona no mato, que trabalham por uma comida qualquer e trabalham até morrer. Não vai mais ser considerado trabalho escravo”, alertou. Segundo Wagner, é preciso trabalhar para revogar a portaria, que ele classificou de “covarde, cruel e absurda

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CARGA TRIBUTÁRIA, DIVIDENDOS E AMNÉSIA SELETIVA

Postado por Valentin Ferreira /da Caros AmigosCarga Tributária, dividendos e amnésia seletiva
Carga Tributária, dividendos e amnésia seletivaPor Nelson Barbosa
Do blog do Ibre/FGV

O ajuste fiscal necessário para estabilizar o endividamento público requer tanto uma redução do crescimento dos gastos quanto uma recuperação da receita tributária do governo. À exceção de alguns neoliberais de jardim de infância – que são contra qualquer aumento de impostos por achar que o governo é sempre bobo, mau e feio – a maioria dos economistas sabe que é inevitável aumentar a receita tributária para reequilibrar o orçamento público. Os últimos dois grandes ajustes fiscais realizados no  Brasil corroboram essa conclusão.

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GUIA PRÁTICO PARA DESTRUIR O ÓDIO NAS ESCOLAS

Por Valentin Ferreira
 (Ilustração: Hebert Loureiro)
Dentro do contexto de ódio às LGBTs no ambiente escolar, surge o livro O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docentePor Marcelo Hailer / Na Caros Amigos
Durante o ano de 2015 acompanhamos perplexos a campanha realizada por setores fundamentalistas da sociedade brasileira contra os Planos Municipais de Educação (PME), na verdade, contrários a uma parte muito específica: a abordagem da questão de gênero nas salas de aula. Para certos grupos religiosos e da extrema direita tratava-se de uma futura doutrinação para que os jovens estudantes abandonassem a heterossexualidade e aderissem à homossexualidade. Parece cômico e retrógrado, mas é a barbárie, visto que, em praticamente todo o território brasileiro a questão de gênero foi excluída dos Planos Municipais de Educação.
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