TAIGURA: O CANTOR MAIS CENSURADO PELA DITADURA

Taiguara teve cerca de 70 músicas censuradas pela ditadura militar, sendo o cantor mais censurado durante o período da ditadura militar. Durante o fim dos anos 60 e começo dos anos 70, o cantor fez bastante sucesso com músicas como “Universo Do Teu Corpo”, “Hoje”, “Que As Crianças Cantem Livres”, “Helena, Helena, Helena”, entre tantas outras, além de seu disco “Imyra, Tayra, Ipy” é considerado como um dos discos mais criativos de toda a música brasileira.

Por Bruno Ascari / You Tube

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“OS ARES DEMOCRÁTICOS NÃO ADMITEM CENSURA”, diz Marco Aurélio

Ministro Marco Aurélio durante sessão de encerramento do ano forense no STF. (Foto: Nelson Jr./SCO/STF (19/12/2019))

Para o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que ordenou a retirada do ar do “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo” caracteriza censura e será derrubada pelos tribunais superiores.

“É uma barbaridade. Os ares democráticos não admitem a censura”, afirmou Marco Aurélio, em entrevista ao colunista Bernando Mello Franco. (artigo abaixo)

Segundo o ministro, a decisão de retirar do vídeo não tem amparo na Constituição.

Do Brasil 247

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DONA SOLANGE ESTÁ DE VOLTA

Postado por Blog do Valentin

Solange Hernandes foi a censora mais temida da ditadura. Agora seus discípulos voltaram ao poder, e querem dar a última palavra na produção cultural brasileira

Dona Solange Não Morreu

Por Bernardo Mello Franco  / Via Era da Idiocracia

Solange Hernandes foi a censora mais temida da ditadura militar. Chefe da Divisão de Censura de Diversões Públicas, decidia o que podia e o que não podia ser exibido no teatro, no cinema e na televisão. A tesoura estatal podava toda obra que, aos olhos dela, atentasse contra a moral e os bons costumes. Críticas ao regime, nem pensar: eram cortadas na raiz.
Na Nova Era, o governo quer voltar a dar a última palavra na produção cultural. A censura, extinta pela Constituição de 1988, ressurge nas formas de veto ideológico e asfixia econômica.
Um dos primeiros atos do bolsonarismo foi a extinção do Ministério da Cultura. De lá para cá, acumulam-se tentativas de interferência nas artes.
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E SE JESUS DESCESSE DO CORCOVADO?

Postado por Blog do Valentin

Por Valentin Ferreira

Em seu blog no UOL, o Jornalista e Doutor em Ciência Política, Leonardo Sakamoto, faz necessária reflexão sobre a atitude do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, em censurar uma revista.

No último parágrafo de seu artigo, cujo texto integral pode ser lido AQUI, Sakamoto questiona: “Se Jesus, o personagem histórico, vivesse hoje, defendendo a mesma ideia presente nas escrituras sagradas do cristianismo, mas atualizando-a para os novos tempos, seria humilhado, xingado, surrado, queimado, alfinetado e explodido. Seria chamado de defensor de “viado imprestável”, “mendigo sujo” e “sem-teto vagabundo”. Olhado como subversivo, acusado de “heterofóbico” e “cristofóbico”. Batizado como agressor da família de bem e dos bons costumes.

Por muito menos, o papa Francisco, que se preocupa com as minorias, é chamado de comunista”

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CENSURA NAS UNIVERSIDADES: NÃO ESPERARAM NEM O CORPO DA DEMOCRACIA ESFRIAR

Postado por Valentin Ferreira

Por Leonardo Sakamoto /Em seu Blog

A Justiça Eleitoral obrigou a Universidade Federal Fluminense a retirar uma faixa que dizia ”UFF Antifascista” da fachada de sua Faculdade de Direito, sob pena de prisão de seu diretor.

A juíza Maria Aparecida da Costa Bastos entendeu que isso representava propaganda negativa para Jair Bolsonaro e impôs a censura. Fiscais eleitorais teriam encontrado, na universidade, panfletos que associavam o candidato ao fascismo e, por isso, afirmaram que a faixa representaria crítica político-eleitoral. Para eles, a manifestação se voltava ”contra o ‘fascista’ e não contra o ‘fascismo”’ – sim, é isso mesmo o que você acabou de ler. ”A distopia simulada nas propagandas negativas contra o candidato Jair Bolsonaro encontradas dentro da Faculdade de Direito da UFF permite o reconhecimento do caráter político-eleitoral dos dizeres constantes na faixa em questão”, escreveu a magistrada em sua decisão.

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