PARA PROFISSIONAIS, EMPREGO DO FUTURO VAI EXALTAR TRAÇOS HUMANOS

Imagem: Reprodução de O Globo

Por Eduardo Sodré

Representantes de diferentes áreas resgatam o passado, analisam o presente e vislumbram suas ocupações daqui a 30 anos

Convidados a fazer uma viagem pelo tempo, engenheiros, médicos, advogados, economistas e professores falaram sobre como eram suas profissões no início dos anos 1990, como estão hoje e o que se espera do futuro.

“O engenheiro deixará de ser essencialmente cartesiano para ter mais foco nas interações humanas, sendo menos lógico e mais biológico”, diz Rogério Caldas, que entrou no mercado em um momento de crise. “O início dos anos 1990 foi marcado por um longo período de recessão, com queda na atividade industrial.”

Mauro Zilbovicius, professor da USP e membro do conselho curador da Fundação Vanzolini, afirma que o processo de desindustrialização do país prejudicou a engenharia e fez profissionais migrarem para o setor financeiro. Hoje ele prepara seus alunos para uma carreira longeva.

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ALEXANDRE GARCIA: EXEMPLO DE IRRESPONSABILIDADE PARA A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

Foto: YouTube/Reprodução

Por: Alexandre Freita Campos/ Observatório da Imprensa

Muito já se falou sobre o papel do jornalismo científico e dos jornalistas para a difusão de informação precisa e de qualidade, principalmente desde o ano passado, quando o enfrentamento à pandemia reforçou a discussão sobre a importância da divulgação científica. Dependendo da gravidade da situação, informações equivocadas ou mentirosas podem até matar, e, lamentavelmente, alguns profissionais do jornalismo parecem não se dar conta da responsabilidade que possuem e, em vez de combaterem as notícias falsas, são eles próprios quem as disseminam.

Mas será que agem assim somente por desconhecimento? O vídeo publicado pelo jornalista Alexandre Garcia em dezembro do ano passado já vale como um bom case do que não se deve fazer em se tratando de divulgação científica [1]. Um case de irresponsabilidade, um mau exemplo, não só pelo conteúdo do vídeo, mas pelo contexto.

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A PORÇÃO PERVERSA DA ALMA DO POVO

Por Pepe Damasco

As pessoas estão perdendo filhos, pais, mães, avós, tios, primos e amigos, vítimas de mortes evitáveis em muitos casos, se não estivéssemos sob um governo que cultua a morte.

Mas, estranhamente, a defesa do bem mais precioso de qualquer ser humano, a vida, não é motivo suficiente para uma revolta da vacina às avessas. E 200 mil mortos são três Maracanãs lotados.

Essa tragédia sem precedentes na história não é suficiente para que os brasileiros e brasileiras cerquem o Palácio do Planalto, pelo menos virtualmente , e exijam vacina imediatamente, além da saída do genocida que ocupa a cadeira presidencial.

Desnecessário entrar em detalhes acerca do papel nefasto da longa dominação de 520 anos da Casa Grande para o baixo nível de consciência política da nossa gente.

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CIENTISTAS RECONHECEM TRANSMISSÃO DE CORONAVÍRUS PELO AR E REFORÇAM NECESSIDADE DE MÁSCARA

Agentes da vigilância sanitária em ação educativa para uso de máscara no centro de São Paulo – Eduardo Anizelli/Folhapress

Contágio por aerossóis, que podem ficar no ar por horas, aumenta preocupações sobre a reabertura

Por Everton Lopes Batista/ Folha

Artigos publicados nos últimos meses engrossaram as evidências de que a transmissão do novo coronavírus pelo ar, não só por gotículas de saliva, é possível e tem um papel maior do que se imaginava inicialmente.

Cada vez mais estudos confirmam a presença do vírus ativo em aerossóis de saliva expelidos por pessoas durante a fala, espirro ou tosse. Aerossóis de saliva são partículas líquidas muito pequenas, mas maiores do que o Sars-Cov-2, e por isso podem carregá-lo pelos

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COMO SEU CELULAR PODE DIZER SE VOCÊ BEBEU DEMAIS

Pesquisa nos EUA pela Universidade de Pittsburg fez uso dos sensores presentes em smartphone para comprovar hipótes

Por Cesar Gaglioni /Nexo Jornal

Os smartphones são capazes de fazer ligações, enviar mensagens, tirar fotos, gravar vídeos, exibir filmes e, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, nos EUA, são capazes também de dizer se você bebeu demais.

A pesquisa, publicada na revista de Estudos de Álcool e Drogas dos Estados Unidos, foi liderada pelo médico Brian Suffoletto, da faculdade de medicina da universidade.

Segundo Suffoletto, o estudo é uma “prova de conceito” – a implementação prática, porém ainda incompleta, de uma ideia. Para realizá-lo, os pesquisadores recrutaram 22 adultos de 21 a 43 anos e receberam uma bebida feita a base de vodka. Eles tinham uma hora para consumir o drink.

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COVID: COMO EVITAR O CONTÁGIO POR PARTÍCULAS SUSPENSAS NO AR

Estudos reforçam chances de transmissão do novo coronavírus por aerossóis, o que
destaca a importância de cuidados maiores na retomada de atividades que geram
aglomeração em locais fechados e sem ventilação

Por Estêvão Bertoni / Nexo Jornal

Estudos recentes que buscam desvendar como a transmissão do novo coronavírus tem ocorrido reforçam a tese de que o contágio pode se dar de pessoa a pessoa por meio de partículas suspensas no ar, chamadas de aerossóis — e não somente por gotículas de saliva expelidas ao falar, tossir ou espirrar, como se acreditava inicialmente.

Os achados alertam para o risco da retomada precoce de atividades que geram aglomerações em locais fechados, como acontece nas escolas e no uso de transportes coletivos, e podem servir para o estabelecimento de novos protocolos de saúde na pandemia.

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