FESTAS DA CONTAMINAÇÃO

Imagem: Reprodução Google

Da Rede Brasil Atual

O coordenador executivo do Centro de Contingência do coronavírus em São Paulo, João Gabbardo dos Reis, afirma que o aumento no número de internações em decorrência da covid-19 no estado deve-se especialmente ao comportamento das classes de renda mais alta. Pessoas que durante o período de isolamento podiam ficar mais em casa hoje estariam flexibilizando demais o distanciamento e sendo decisivas para a aceleração das contaminações. “São pessoas que se contaminaram em confraternizações, reuniões, festas de casamento. É exatamente nesses locais onde as pessoas bebem, estão sem máscara, conversam e ficam muito tempo em contato. Estão saindo inadvertidamente”, disse, em entrevista à CNN Brasil.

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A CLASSE MÉDIA MASOQUISTA

Postado por Valentin Ferreira

Por Fernando Brito / Tijolaco

É que o ódio e a tacanhez mental não os fazem capazes, sequer, do arrependimento, mas a classe média alta – acho um despropósito chamar de “elite econômica”  famílias com renda mensal de R$ 11 mil – pagou caro, no seu próprio padrão de vida, pela aventura golpista.

No Valor, registra-se um levantamento do Bradesco, baseado em pesquisas domiciliares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta números amargos para este grupo social.

“900 mil pessoas deixaram de integrar as classes A e B no ano passado. Somente na classe A – composta por famílias com renda mensal de R$ 11.001 ou mais – foram 500 mil a menos. Essa elite passou a ser formada por 10,3 milhões de indivíduos em 2017, o que representava 4,9% da população”.

Não é a única pesquisa que indica isso:

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