CASHBACK: COMO FUNCIONA OS SITES QUE “DEVOLVEM DINHERO” E QUAIS CUIDADOS VOCÊ DEVE TER

No ano em que a pandemia de coronavírus levou as compras online a ganharem ainda mais adeptos, também vem aumentando a busca pelo termo “cashback” por brasileiros no Google.

O termo em inglês, que significa “dinheiro de volta”, funciona como uma espécie de desconto — mas, em vez de você pagar um valor já reduzido, paga o preço cheio e depois recebe um percentual de volta.

Em geral, o consumidor se cadastra em um site ou aplicativo de cashback, que tem várias redes de lojas parceiras oferecendo um percentual. Aí, se a compra for feita pelo link do aplicativo ou site de cashback, o consumidor recebe um reembolso de parte do valor da compra. Alguns também oferecem cashback para compras em lojas físicas parceiras.

Embora as regras possam variar para cada empresa, normalmente é preciso acumular uma quantia mínima na conta no aplicativo antes de solicitar a transferência para conta corrente ou poupança.

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VENDAS PATINAM NAS REGIÕES QUE REABRIRAM O COMÉRCIO

Falta de confiança e medo de contaminação limitam compras à metade do normal (imagem: FolhaPress)

Por Nicola Pamplona/Folha

O desempenho das vendas nos primeiros estados a reabrir o comércio após o início da pandemia no novo coronavírus indica que a retomada da economia será lenta, com consumidores preocupados com o risco de contaminação e de perda do emprego.

Ainda não há estatísticas consolidadas, mas a Folha falou com representantes dos lojistas, dos trabalhadores e especialistas para entender o que as primeiras semanas de lojas abertas em alguns estados dizem sobre o comportamento do consumidor e expectativas para o resto do ano.

Em geral, os volumes de vendas estão abaixo da metade da média registrada antes da pandemia, e o foco ainda são produtos de primeira necessidade. As indústrias mais afetadas pelo fechamento das lojas, como têxtil e eletroeletrônicos, ainda não viram novas encomendas.

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“VEIO DA HAVAN” OU VELHACO DO COMERCIO?

Empresário bolsonarista Luciano Hang tentou enquadrar filial de sua rede de lojas como hipermercado para ser considerada serviço essencial

Havan perde na Justiça direito de burlar quarentena e abrir loja em São Paulo

Da Rede Brasil Atual

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu liminar que autorizava a abertura de lojas da Havan no interior do estado. “Não cabe ao Poder Judiciário interferir no mérito de decisões emanadas pelo Executivo”, decidiu o desembargador Marcelo Semer.

A resposta veio a pedido da prefeitura de Lorena, cidade do Vale do Paraíba que reduziu as atividades econômicas e de serviços para conter a disseminação do novo coronavírus. A filial da rede do empresário Luciano Hang entrou na Justiça para pedir a abertura de sua unidade por meio de uma manobra: ela passaria a vender produtos alimentícios para ser enquadrada como hipermercado, sendo serviço essencial.

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O ADMIRÁVEL SUBMUNDO DA AMAZON

Postado por Valentin FerreiraJeff Bezos, fundador e presidente-executivo da Amazon

Ele é o homem mais rico do planeta. Nem por isso dispensa aos funcionários um tratamento justo. Em artigo para a Folha, Fernanda Mena informa sobre a gigante mundial do varejo, e o seu submundo.

“O fim de semana do carnaval das compras, a Black Friday, deu fortes indícios de como a Amazon e seu sucesso no varejo online devem delinear o futuro das pessoas, alterando o consumo e as cidades tanto quanto as relações sociais, o trabalho e o meio ambiente.

No último domingo, eu precisei desviar dos pacotes da Amazon empilhados no lobby do prédio em que moro, em Chicago, para chegar ao elevador. Tamanho volume, inédito segundo o zelador, é um retrato dos US$ 6,2 bilhões gastos em compras online nos EUA apenas na última sexta-feira —um crescimento de 23% em relação ao ano passado”

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