O FANTASMA DE ALFRED DREYFUS, UM INOCENTE.

Alfred Dreyfus

Por Weiller Diniz

Há 130 anos a França condenava o capitão Alfred Dreyfus, sentenciado pelo crime de alta traição, acusado falsamente de repassar informações militares aos inimigos alemães. Dreyfus é referência mundial para simbolizar o terror de Estado e a perseguição a inocentes, mais que o próprio Herodes da era bíblica. A condenação foi uma conspiração grotesca que demandou 12 anos para ser desconstruída diante das reiteradas negativas e muitas chicanas dos algozes militares para eclipsar a injustiça.

A nova leva de diálogos atribuídos a Sérgio Moro e aos procuradores da Lava Jato nos remete a essa infame mácula da arbitrariedade. Deles jorram ilegalidades com odores pútridos e é exposto um conjunto estarrecedor de conspirações que violaram a ordem jurídica, o Estado Democrático de Direito e massacraram a sagrada defesa. Com a cruz nas mãos e o diabo no coração, corromperam a base republicana que fingiam defender.

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JULGAMENTO DO LOBO E DO CORDEIRO NA “LAVA JATO”

Por Valentin Ferreira

Ao postar a fotomontagem, encontrei a  matéria publicada pelo Blog do Mello (abaixo) que mostra um exemplo desastroso da condenação por “convicção” feita pelo magistrado super-star.

‘Convicção’ de Moro destruiu a vida de um inocente. Perdeu família, emprego, amigos, e foi inocentado por unanimidade.

A arrogância do juiz Moro e seus procuradores fanatizados tem uma vítima com nome e sem emprego e família, o ex-executivo da empreiteira OAS Mateus Coutinho de Sá, de 36 anos.

O justiceiro e sua tropa, que incluiu um policial federal condenado que faz prisões e um doleiro delator reincidente, condenou Mateus Coutinho de Sá por supostamente (o advérbio da moda) ter ajudado na distribuição de propina da Petrobras pela OAS.

“Condenado por Moro por corrupção, lavagem de dinheiro e pertencer a uma organização criminosa, Coutinho foi absolvido na última quarta-feira (23) por unanimidade pelos desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Os juízes do órgão de segunda instância consideraram que não havia provas de que ele havia cometido esses crimes.

Ao absolverem Coutinho, os desembargadores aplicaram uma rara derrota em Moro, responsável pela Operação Lava Jato.”[Fonte: Folha}

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