“JUNHO DE 2020 FOI O TERCEIRO MAIS QUENTE EM 141 ANOS”

Imagem: Solan

Por Marina Inês Dolci(*)

Consumo consciente tem de ser o novo normal

Não é impressão sua: o mundo está se aquecendo rapidamente. Junho de 2020 foi o terceiro mais quente em 141 anos. Honestamente, não sei se será possível reverter integralmente esta situação. Mas temos obrigação, como consumidores e cidadãos, de optar por produtos e serviços que não piorem este quadro, ou a vida neste planeta se tornará insuportável.

Mas por que é tão importante evitar que as temperaturas continuem subindo, se tantas pessoas comemoram um inverno quente como este? E o que nós, que não somos políticos nem donos de grandes empresas, podemos fazer para tentar frear este aquecimento?

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CONSUMO CONSCIENTE DEVE SER INCENTIVADO DESDE A INFÂNCIA

Postado por Blog do Valentin

Do IHU-Unisinos

Uma pesquisa publicada no fim de 2018 pelo Instituto Akatu aponta que 76% dos 1.090 entrevistados – homens e mulheres com mais de 16 anos – não praticam o consumo consciente. Além das vantagens para a sociedade, a prática também gera economia para o bolso, especialmente ao evitar comprar desenfreadamente e reduzir o desperdício de água, luz e alimentos.

O doutor em Educação, pós-doutor no departamento de Psicologia Social da Universidade de São Paulo (USP) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, Marcos Sorrentino afirma que o consumo consciente passa pelo encantamento, desde criança, com o não consumo.

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DIA DO CONSUMIDOR: A DIA A SER LEMBRADO PARA PROTEGER AS PESSOAS DE DANOS FINANCEIROS, À SAÚDE E À VIDA.

Postado por Blog do Valentin

Dia Internacional do Consumidor: não deixe a origem desta data morrer!

.Por Victor Barboza

No dia 15 de Março de 1962, John Kennedy, então presidente dos EUA, fez um discurso que se tornou um grande marco para os consumidores. Kennedy começou o discurso com a frase “Consumidores, por definição, somos todos nós”. Essas palavras, saindo da boca de um dos homens mais importantes do mundo, passaram a mostrar a grande importância que deve ser dada ao consumidor.

Na sequência do discurso, o então presidente dos EUA chamou atenção da desorganização que ainda existia quando o assunto eram os consumidores. Por isso, ele salientou a importância do Estado efetivamente proteger os consumidores, através do direito à segurança (proteção contra comercialização de produtos prejudiciais à saúde ou à vida), direito de ser informado (proteção contra informações, publicidades, rotulagens ou outras práticas fraudulentas, enganosas ou falaciosas), direito de escolher (assegurar-se ao máximo o acesso a uma variedade de produtos e serviços a preços competitivos) e o direito de ser ouvido (garantir os interesses dos compradores).

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MINIMALISMO: QUANDO A VIDA PEDE UM POUCO MAIS DE CALMA E DE ALMA

Postado por Valentin Ferreira

Por Fabíola Simões / Portal Raízes

Começou com a leitura do livro da Marie Kondo: “A mágica da arrumação”. Depois vieram os vídeos da Fê Neute no YouTube e o documentário “Minimalism” no Netflix. Eu estava encantada e ao mesmo tempo queria compreender esse movimento novo, que surgiu há alguns anos e que eu nunca tinha ouvido falar. Eu queria descobrir o tão aclamado “Minimalismo”.

Constatei que não sou nem nunca serei minimalista de carteirinha; porém, eu me interessei em trazer para minha rotina muito dessa filosofia que faz uma reflexão sobre os excessos, sobre o consumismo desenfreado e perda de controle e liberdade. O minimalismo resgata a consciência sobre aquilo que você realmente precisa ter na sua vida, e busca valorizar o que traz felicidade, o que merece ser mantido e o que deve ser descartado. Isso se aplica não somente aos bens materiais, mas se estende também a outras esferas da vida, como aos pensamentos e relacionamentos.

Veja também:   Minimalismo: Sobre os hábitos de consumo

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