MST: EM 162 COOPERATIVAS PRODUZ DE ARROZ A SUCO DE UVA

Produção de arroz da Cootap no Rio Grande do Sul: cereal, agroecológico, se tornou um cartão de visita do movimento — Foto: Divulgação

Por Marcos de Moura e Souza/ Valor Econômico.

Com o passar dos anos, o MST se converteu em um movimento formado sobretudo por pequenos e médios proprietários de terra. São famílias que obtiveram suas áreas por meio da política de reforma agrária e que, assentadas, se dedicam à produção de alimentos.

Segundo Kelli, o MST tem hoje em suas hostes mais proprietários de terra do que trabalhadores sem terra. E isso trouxe demandas e visões novas ao movimento. “São cerca de 450 mil famílias assentadas ligadas ao MST em 88 mil hectares”, diz. Já o número de famílias sem terra ligadas ao movimento e que ainda estão acampadas pleiteando terra soma 90 mil, de acordo com ela.

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PRESAS DE SP CRIAM COOPERATIVA E EMPREENDEM DA CADEIA: ‘Tenho direito de tentar mudar’

Postado por Valentin Ferreira / da BBC Brasil

O maior sonho de Tânia Rodrigues é pegar toda sua história, virá-la do avesso e, a partir daí, tornar-se um exemplo a ser seguido. Seria uma reviravolta, um “modelo de superação” para seus três filhos que a aguardam do lado de fora da prisão, mas também para outras mulheres que, como ela, dormem diariamente trancadas em algum presídio do Brasil.

“Pensava muito sobre o que eu faria da minha vida quando sair daqui, pois estou marcada, carimbada como uma presidiária”, diz ela, que tem 34 anos e está há três na detenção feminina Tremembé 2, no interior de São Paulo. Foi condenada por tráfico de drogas e receptação.

(…)

É comum as presas trabalharem para empresas e fundações que atuam em detenções. Nestes casos, elas recebem um salário e redução de um dia de pena a cada três trabalhados.

No caso da cooperativa, além da remissão de pena, elas vão dividir os lucros dos produtos a serem vendidos. “Tivemos de convencê-las de que são elas que vão construir a cooperativa, elas serão sócias e responsáveis por tudo”, diz Anderáos.

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COOPERATIVISMO: CAFÉ AGROECOLÓGICO GUAIÍ TRANSFORMA A VIDA DE ASSENTADOS NO SUL DE MINAS GERAIS

Postado por Valentin Ferreira

Café é produzido sem agrotóxicos ou sementes transgênicas / Divulgação

Produção de café sem insumos químicos ocorre desde 2010 por meio de cooperativa formada por assentamentos do MST
Por Juliana Gonçalves /do Brasil de Fato
No sul de Minas Gerais, a maior região produtora de café do Brasil, nasce o café orgânico e agroecológico Guaií, fruto do trabalho de 20 famílias assentadas do MST no município Campo do Meio.O assentamento produz café desde 1996, mas há 8 anos começou a fazer a transição para produtos sem insumos químicos, livres de agrotóxicos e sementes transgênicas. Tuira Tule, da direção do setor de produção da regional do Sul de Minas Gerais, explica que a mudança foi estrutural no assentamento. “Para nós produzir de forma agroecologia é muito mais do que a troca de insumos do pacote convencional para o orgânico, é uma outra forma de se relacionar com o campo, com o trabalho”, considera.
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COOPERATIVA VENDE ÓLEO DE BABAÇU PARA O MUNDO TODO

Postado por Valentin Ferreira / da Folha SP
Divulgação
Babaçu - quebradeiras e processamento da amendoa na Cooperativa dos Pequenos Produtores Agrícolas do Lago do Junco, no Maranhão
Quebradeiras de babaçu trabalham com as amêndoas após a colheita em Lago do Junco (MA)

ANDREA VIALLI FOLHA, DE LAGO DO JUNTO (MA)

“A palmeira do babaçu é uma mãe que amamenta vários filhos. Dela, tudo se aproveita: fazemos óleo, azeite, sabão, sabonete, carvão, palha para cobrir as casas” diz Diocina dos Reis, a dona Dió, 64 anos, quebradeira de coco desde os sete.

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