A COVID-19 ESTÁ SOB O CONTRE DE BOLSONARO

Manifestantes protestam, em Brasília, contra Jair Bolsonaro e a forma em que o presidente tem lidado com pandemia.UESLEI MARCELINO / REUTERS

Por ELIANE BRUM

Afirmar que a covid-19 está fora de controle no Brasil por incompetência de Jair Bolsonaro é um erro. É o mesmo erro de chamar o Governo de Bolsonaro de “desgoverno”. Bolsonaro governa e a disseminação da covid-19 está, em grande parte, sob o seu controle. Se o que vive o Brasil é caos, é um caos planejado. É necessário compreender a diferença para ter alguma chance de enfrentar a política de morte de Bolsonaro. Se existe alguma experiência semelhante na história, eu a desconheço. No Brasil, certamente nunca aconteceu antes. Estamos subjugados a um experimento, como cobaias humanas. A premissa da pesquisa desenvolvida no laboratório de perversão de Bolsonaro é: o que acontece quando, durante uma pandemia, uma população é deixada exposta ao vírus e a maior autoridade do país dá informações falsas, se recusa a adotar as normas sanitárias e também a tomar as medidas que poderiam reduzir a contaminação.

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PESSOAS QUE SE RECUSAM A USAR MÁSCARAS TÊM MAIS CHANCE DE SEREM SOCIOPATAS

Foto Stock via Shutterstock

Por Felipe Ernani

Um novo estudo, conduzido no Brasil pela Universidade Estadual de Londrina e assinado pelo professor Fabiano Koich Miguel ao lado de outros colegas, descobriu que pessoas que se recusam a usar máscaras em meio à pandemia são mais propensas a serem sociopatas.

De acordo com o healthline, define-se sociopata como “um termo usado para descrever alguém que tem Transtorno de Personalidade Antissocial (TPAS)” e as pessoas com TPAS “não conseguem entender os sentimentos dos outros […] frequentemente quebrando regras e tomando decisões impulsivas sem se sentirem culpadas pelo mal que causam”.

Os resultados da pesquisa brasileira chegaram até o portal britânico Mirror, que explica que 1578 adultos receberam perguntas como “você acredita ser necessário usar uma máscara/respeitar o distanciamento social/lavar as mãos mais frequentemente?” e a partir daí os participantes foram divididos em dois grupos: o “grupo da empatia” e o “grupo antissocial”.

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