“TEMOS PROVAS CABAIS NO CASO COVAXIN”, diz Simone Tebet

“Não tenho dúvidas de que o centro pode sim estar com Lula no segundo turno”, afirma Simone Tebet

Líder da bancada feminina no Senado afirma que só falta CPI juntar todas as peças para comprovar irregularidades envolvendo a vacina indiana. Ela diz que antes de abrir processo de impeachment é preciso “pensar no país”.

Por DT

Líder da bancada feminina no Senado, Simone Tebet (MDB-MS) se projetou nacionalmente quando, em  2019, brigou dentro de seu partido para ser um nome alternativo à presidência da Casa. A investida não prosperou. Em 2020 ela voltou à carga e disputou com Rodrigo Pacheco (DEM-MG), na primeira candidatura de uma mulher à presidência do Senado. Foi derrotada e nem seu próprio partido ficou ao seu lado integralmente.

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A ARMAÇÃO DO OUTRO CABO

Por Moisés Mendes

Em julho de 2018, Eduardo Bolsonaro apresentou ao país, num blefe, um cabo imaginário que, com um soldado, e sem precisar de um jipe, poderia fechar o Supremo.

Temos hoje um personagem improvável. Paulo Dominguetti Pereira, o representante da Davati Medical, é cabo da Polícia Militar de Minas.

Temos um cabo real, sem jipe, saído não se sabe de onde, com uma denúncia de propina, que parecia contribuir para a queda de Bolsonaro e que na CPI atira agora na direção dos irmãos Miranda, acusados por ele, com o uso de um áudio com a voz do deputado Luís Miranda, de serem atravessadores de vacina.

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EM QUEM VOCÊ PENSA AO SABER QUE A MAIORIA DAS MORTES POR COVID PODERIA TER SIDO EVITADA?

Sabe qual é a explicação “espiritual” para as mortes por covid? A causa “espiritual” das mortes por covid foi uso da morte como política de governo!

Por Ariovaldo Ramos /RBA

Na CPI da Pandemia, o senador Girão (Pode/CE) sugeriu que há uma explicação espiritual para tanta morte no mundo inteiro, e que Deus deve ter um propósito com isso. Sabe qual é a explicação “espiritual” para as mortes por covid? A causa “espiritual” das mortes por covid foi uso da morte como política de governo!

Você sabia que, segundo o epidemiologista Pedro Hallal, ex-reitor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), se o governo tivesse feito a média do que as nações que combateram a pandemia fizeram, três de cada quatro pessoas que morreram não teriam morrido? Ainda segundo Pedro Hallal, em entrevista ao Segunda Chamada, no canal MyNews, quando chegarmos a 500 mil mortes, saiba: 365 mil dessas mortes não teriam acontecido se o governo federal tivesse feito a sua parte. Isto é, se tivesse feito, medianamente, o que fizeram as nações que levaram a sério o combate ao vírus. Os dados vão ao encontro do que foram apresentados ontem à CPI da Covid pela pesquisadora e microbiologista … Continue Lendo

NATALIA PASTERNAK CRITICA CLOROQUINA E DIZ QUE BRASIL PODERIA TER EVITADO 375 MIL MORTES

Foto: Jefferson Rudy

A microbiologista Natalia Pasternak afirmou à CPI da Covid que “três de cada quatro mortes teriam sido evitadas se o Brasil estivesse na média de controle mundial da pandemia”. “375 mil mortes teriam sido evitadas se tivéssemos melhor controle da pandemia”, destacou a pesquisadora, citando dados enviados pelo epidemiologista Pedro Hallal, professor da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal de Pelotas e coordenador do Epicovid-19, o maior estudo sobre coronavírus no País.

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BUTANTAN PODERIA TER FORNECIDO O DOBRO DE VACINAS ATÉ MAIO SE BOLSONARO NÃO TIVESSE ATRAPALHADO

O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, durante depoimento na CPI da Pandemia.EVARISTO SA / AFP

Dimas Covas detalha na CPI da Pandemia percalços nos contratos com Ministério da Saúde, que já havia rejeitado propostas da Pfizer. Se ambos os contratos tivessem sido firmados quando propostos, cerca de 50 milhões de brasileiros já teriam sido imunizados, mais que o dobro do contingente atual

Por Afonso Benites / El País

Antes de assinar o contrato para a compra de 46 milhões de doses de vacina do Instituto Butantan, em janeiro deste ano, o Governo Jair Bolsonaro rejeitou duas propostas do órgão e deixou de receber até 60 milhões de doses ainda em 2020. A informação consta de depoimento do presidente do Butantan, o médico Dimas Tadeu Covas, na Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia do Senado Federal nesta quinta-feira. Se somadas as doses da Pfizer rejeitadas pela pasta, é possível afirmar que o Ministério da Saúde ignorou ao menos sete propostas para a compra de vacinas contra o coronavírus. “O Brasil poderia ser o primeiro país do mundo a iniciar a vacinação, não fossem os percalços do caminho. Tanto para o contrato quanto no ponto regulatório”, disse Dimas Covas.

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