MÁSCARAS SOCIAIS: QUE USO FAZEMOS DELAS?

Conviver socialmente, muitas vezes, não é missão simples nem prazerosa. É preciso se adequar e até abdicar, em alguns momentos, do que realmente somos para conquistar boa imagem diante dos olhares alheios.

Por Joana Simão Valério/ Psicologia

Podemos entender as máscaras sociais como os papéis ou os personagens que desempenhamos em diferentes esferas da nossa vida e que são fundamentais para garantir a nossa adaptação social.  

As exigências e as pressões do exterior obrigam-nos a encarnar diferentes personagens, tais como os de profissional, colega, pai, filho, irmão ou amigo e isso traduz-se na tonalidade de voz, no tipo de discurso, na imagem e na expressão corporal que adotamos em diferentes contextos. 

Os nossos personagens servem a situação na qual nos encontramos e saber escolhê-los e usá-los, com consciência e responsabilidade, sabendo quem é o nosso verdadeiro Eu e que ele está sempre presente, é um indicador de flexibilidade e saúde mental. 

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ADOLESCÊNCIA: O QUE É UMA CRISE DE IDENTIDADE (E COMO SABER SE VOCÊ ESTÁ TENDO UMA)

Postado por Valentin Ferreira

Do El País –   É atribuída a quem está em plena adolescência, a quem se divorcia ou a quem perde um trabalho. O conceito de crise de identidade parece valer para tudo que soe incerto e melancólico. Mas realmente existe como problema psicológico? Diversos especialistas nos dão as pistas para compreendê-lo.

Apesar de não ser considerado um transtorno nem uma desordem, os psicólogos podem ajudar

O termo deriva das crises evolutivas —as que marcam cada etapa da vida rumo à maturidade— sobre as quais falavam especialistas como Erich Fromm, psicólogo social, e Erik H. Erikson, psicanalista e autor de obras como Identidade, juventude e crise, apesar de na verdade pertencer mais ao senso comum do que às consultas e manuais de diagnóstico, como o DSM-5 (Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, onde não aparece). Laura Morán, psicóloga e terapeuta, define como “conceito de rua” e explica que, apesar de não serem oficiais, “esse tipo de termo serve para que o paciente possa comunicar crises vitais como, por exemplo, o desconhecimento do rumo de suas vidas

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