ONS PREVÊ RESERVATÓRIOS QUASE VAZIOS E “PERDA DO CONTROLE HIDRÁULICO” NO SEGUNDO SEMESTRE

Em nota, operador do sistema elétrico pede medidas para evitar novo racionamento

Por Douglas Gravas

Os reservatórios de ao menos oito usinas hidrelétricas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste podem estar praticamente vazios até novembro, segundo um alerta feito pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), por meio de uma nota técnica.

A previsão é que ocorra a chamada “perda do controle hidráulico”, o que implicaria em restrições ao atendimento energético nos subsistemas Sul e Sudeste/Centro-Oeste.

“Considerando-se as previsões de afluência [entrada de água] obtidas com a chuva de 2020, prevê-se a perda do controle hidráulico de reservatórios da bacia do rio Paraná no segundo semestre de 2021”, afirma o documento.

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O QUE EXPLICA A NOVA CRISE HÍDRICA E QUAIS RISCOS ELA TRAZ PARA O BRASIL?

Do Sputnik News

Segundo o governo federal, o Brasil está diante da maior crise hídrica em quase um século, o que pode ter efeitos sobre a geração e distribuição de energia. Para explicar as causas, consequências e possíveis soluções para o problema, a Sputnik Brasil conversou com uma pesquisadora do setor.

Os reservatórios de hidrelétricas no Brasil registram baixo volume de água, em razão da incidência de chuvas abaixo do esperado. No início de maio, em entrevista ao site Poder360, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, classificou a situação como a maior crise hídrica desde 1931 e sinalizou que todas as termelétricas brasileiras serão acionadas, tendo em vista que o país entrou no período seco – com menos chuvas – que deve durar até novembro. As mais de cem termelétricas no Brasil utilizam óleo, carvão, gás natural e biomassa para gerar energia e costumam ser utilizadas para compensar demandas não atendidas pelas hidrelétricas.

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AS POSSÍVEIS SOLUÇÕES PARA A ESCASSEZ DE ÁGUA NO MUNDO

Postado por Blog do Valentin

Da BBC Brasil

Embora dois terços do nosso planeta sejam cobertos pela água, mais de um bilhão de pessoas não têm acesso a água potável.

A água doce representa só 3% desse total. Disso, estima-se que 90% sejam usados na agricultura. O que resta é para uso industrial ou para beber.

Até 2025, quase 2 bilhões de pessoas estarão vivendo em países ou regiões com escassez de água, segundo a ONU.

Diversos países lidam com dilemas sobre como providenciar água para seus cidadãos.

A BBC lista cinco soluções em potencial – confira no vídeo AQUI

 

 

 

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POR QUE PRECISAMOS SALVAR OS PEQUENOS RIOS

Postado por Valentin  Ferreira


Por Cecília Gontijo Leal /Nexo Jornal

Em algumas bacias hidrográficas, igarapés representam 90% de toda a extensão dos cursos d’água, além de serem as cabeceiras dessas intrincadas redes hídricas. Interligados em um sistema único, os impactos sofridos por eles em função da degradação florestal ecoam nos rios maiores, que, por sua vez, já estão impactados por grandes obras de infraestrutura, como as usinas hidrelétricas.

A relevância dos igarapés e seu alto nível de exposição às atividades humanas, em especial à agropecuária, foi tema de artigo que publicamos no periódico científico Journal of Applied Ecology. Vitais para as populações da Amazônia, os igarapés fornecem água potável para o consumo humano e para o gado; irrigação de cultivos de alto valor, como frutas e verduras; peixes para consumo e comércio ornamental; áreas de recreação e vias para deslocamentos.

Leia Matéria Completa: Aqui

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INJUSTIÇA HÍDRICA E CLAMOR POR ÁGUA

Postado por Valentin Ferreira

Guimarães Rosa dizia: “Meu rio de amor é o Urucuia”.A ONU reconheceu a água como um direito humano.A ONU reconheceu a água como um direito humano. (Reprodução)

Por Gilvander Moreira /domtotal.com

Precedida por doze pré-romarias, em doze cidades do noroeste, norte e centro-oeste de Minas, com a participação de seis mil pessoas, a 20ª Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais teve sua celebração final em Unaí, no noroeste de Minas, na Diocese de Paracatu, dia 23 de julho de 2017, com o tema: “Povos da Cidade e do Sertão Clamando por Água, Terra e Pão”; e com o lema: “Povos, Rios, Veredas e Nascentes são Dons de Deus em Romaria e Resistência”.

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HIDROCÍDIO BRASILEIRO: A MATANÇA DAS ÁGUAS

Postado por Valentin Ferreira / do 

Leito seco do Rio Paracatu, no município de mesmo nome. Principal afluente do São Francisco, o rio tinha quase 500 quilômetros, e uma bacia hidrográfica de área equivalente à do Estado do Rio

Leito seco do Rio Paracatu, no município de mesmo nome. Principal afluente do S.Francisco, o rio tinha quase 500 quilômetros de extensão, e uma bacia hidrográfica de área equivalente à do Estado do Rio

São Francisco, Araguari, Paracatu, Tocantins, Javaés. Os rios brasileiros agonizam. “Não sabemos o que será e nem como será, só sabemos que estamos preparando o inferno para as gerações futuras.”

Por (*)Roberto Malvezzi (Gogó)

A cada dia chega a notícia da morte de um rio, ou de que um rio famoso agoniza. Afluentes dos grandes rios brasileiro estão sendo mortos às centenas, aos milhares, num verdadeiro hidrocídio, isto é, a matança das águas.

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