COM A CRISE SANITÁRIA EM FASE CRÍTICA, AUMENTA A DEMANDA POR DOAÇÕES; SAIBA COMO AJUDAR

Com crise sanitária em fase crítica, aumenta a demanda por doações; saiba como ajudar – Divulgação / Caio Caciporé

Da Folha de S. Paulo

Organizações da sociedade civil voltam a se mobilizar para atender comunidades vulneráveis, em meio ao agravamento da crise sanitária, social e econômica da Covid-19. O Monitor das Doações, plataforma alimentada pela ABCR (Associação Brasileira dos Captadores de Recursos), chegou ao montante de R$ 6,5 bilhões destinados por empresas e pessoas físicas para o enfrentamento da pandemia entre 31 de março de 2020 e 28 de fevereiro de 2021.

Após crescimento vertiginoso no início da mobilização, as doações estacionaram no final do ano passado. Os dados apontam para um aquecimento diante da fase mais crítica da pandemia.

“Desde janeiro temos visto o volume de doações voltar a crescer um pouco, mas muito menos do que no início”, avalia João Paulo Vergueiro, diretor executivo da ABCR.

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CARTA BRANCA PARA A MORTE. Por Janio de Freitas

Imagem: Reprodução do Brasil de Fato

Governo sabota, à vista de todos, tudo o que pode combater a pandemia

O ser imoral que atende por Jair Bolsonaro forçou o jornalismo a deseducar e endurecer a linguagem em referências ao governo e, ainda mais incisiva, sobre o intitulado mas não presidente de fato.

Com os assassinatos por asfixia cometidos pela incúria e o deboche no Amazonas; mais de 200 mil mortos no país entregue à pandemia e à sabotagem, e a patifaria contra a vacinação vital, mesmo a grosseria realista é insuficiente.

Nem a liberação dos chamados palavrões, feita pela Folha e O Globo há algum tempo, soluciona o impasse. Muitos as consideramos aquém do jornalismo e os demais ficariam expostos a inconvenientes legais.

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PANDEMIA ACELERA DERRETIMENTO DA IMAGEM DO BRASIL NA EUROPA

Em editorial, “El País” critica governo Bolsonaro por “gestão errática da pandemia e uma grave crise político-institucional”

Forma como Bolsonaro enfrenta a crise do coronavírus impulsiona vertiginosamente processo de deterioração da reputação brasileira. Imprensa europeia pinta cenário catastrófico, e parcerias importantes estão sob risco.

Por Deutsche Welle

É gritante o contraste entre a imagem atual do Brasil e a que tinha há uma década, quando era aclamado mundo afora por sua economia promissora, com a revista britânica The Economist estampando em sua capa uma imagem do Cristo Redentor decolando como um foguete. O país estava prestes a superar a França e assumir o posto de quinta maior economia do mundo. Nesse meio tempo, caiu para a 12ª posição.

“O Brasil estragou tudo?”, questionava a Economist já em 2013, trazendo a crise no maior país latino-americano como manchete. Naquele momento, no entanto, ainda era difícil prever a dimensão do declínio brasileiro que estava por vir.

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