IMPUNIDADE É A VACINA PARA OS PODEROSOS

Procurador Deltan Dallagnol apresenta PowePoint para explicar denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva 14/09/2016 (Foto: REUTERS/Rodolfo Buhrer)

Impunidade de Deltan é retribuição a ele pelo golpe e crimes contra a democracia

Por Jeferson Miola

A impunidade do Deltan Dallagnol é o pagamento das instituições do regime de exceção em retribuição pelos crimes perpetrados por ele e seu bando contra a democracia brasileira.

O arquivamento do processo movido pela defesa do Lula desde 15 de setembro de 2016 – há incríveis 4 anos! – pelo Conselho Nacional do Ministério Público [CNMP] não atesta a inocência e a lisura do Deltan e dos outros elementos da Lava Jato.

Isso porque 8 dos 11 integrantes do CNMP reconheceram que eles agiram ilegalmente na divulgação espalhafatosa do power point contra Lula transmitido ao vivo pela Globo durante horas e repercutido exaustivamente na bancada de “notáveis juristas” da emissora.

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ARQUIVO MORTO

Foi arquivada pelo corregedor do Ministério Pùblico, Rinaldo Reis Lima, outra representação contra Deltan Dallagnol pelas ilegalidades cometidas durante a Lava Jato

O corregedor do Conselho Nacional do Ministério Público, Rinaldo Reis Lima, determinou o arquivamento de uma representação contra Deltan Dallagnol por uma de suas conversas com o então juiz Sergio Moro ocorrida em 2016, informa a jornalista Mariana Carneiro no Painel da Folha de S.Paulo.

No diálogo revelado pelo The Intercept na Vaza Jato, o coordenador da Lava Jato discutiu com Moro sobre o uso da verba da 13a Vara para custear propaganda pelas “10 medidas contra a corrupção”. O corregedor considerou as mensagens vazadas como provas ilícitas, por terem sido supostamente obtidas de modo ilegal.

Informações do Brasil 247

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UNIMED FINANCIOU DELTAN DALLAGNOL, QUE NÃO INCOMODOU CONVÊNIOS

Postado por Blog do Valentin

Planos de saúde foram alvo de delatores e temiam devassa pela Lava Jato, mas foram poupados.

Da Carta Capital

Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, será uma das atrações de um evento sobre empreendedorismo no Paraná em 30 de outubro. Dará uma palestra, atividade pela qual cobra dinheiro, intitulada “A Ética nos negócios em um mundo sob pressão”. O que dirá sobre ética em um evento no centro de eventos Expo Unimed?

Dallagnol é palestrante costumeiro da Unimed. A força-tarefa chefiada por ele esbarrou em fatos sobre convênios, mas nunca atacou-os como fez com as empreiteiras. Haveria relação entre a mansidão da força-tarefa com o setor e as palestras do chefe da equipe?

Considerando-se a visão acadêmica e filosófica de Dallagnol de que indícios circunstanciais valem como prova, surge outra dúvida: ele e a Unimed estabeleceram uma parceria baseada em dinheiro e interesses comuns assim como as empreiteiras fizeram com políticos caçados pela Lava Jato?

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“COM VERGONHA NA CARA, TODOS OS PROCURADORES DA LAVA JATO PEDIRIAM PARA SAIR”, escreve Reinaldo Azevedo

Postado por Blog do Valentin

Por Reinaldo Azevedo/

Bem, meus caros, dizer o quê? A cada nova informação que vem a público sobre diálogos travados entre procuradores da Lava Jato — com a participação de Sergio Moro ou sobre ele —, defender os métodos da força-tarefa e do ex-juiz e suas relações com a política deixa de ser uma questão de avaliação, gosto ou rigor técnico. Trata-se de uma questão de caráter e, vai ficando claro, de condescender ou não com ações criminosas. Lembrando sempre que a tarefa dos procuradores e do então juiz era… combater o crime.

Reportagem publicada neste sábado pelo site “The Intercept Brasil” traz à luz diálogos verdadeiramente asquerosos dos membros da força-tarefa. Procuradoras e procuradores tinham clareza absoluta da atuação indevida de Moro; fazem considerações muito pouco lisonjeiras sobre ela; admitem por meio de palavras ou da anuência silenciosa “violação [por Moro] do sistema acusatório”, mas tomam a decisão — QUE TEM DE SER CHAMADA DE POLÍTICA — de endossar os desatinos do juiz.

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LAVA JATO: VERBA PÚBLICA PARA REVER FAMÍLIA, ENCONTRAR ARTISTAS, PALESTRAR…por Marcelo Auler

Postado por Valentin Ferreira / do Diário do Centro do Mundo

Publicado no blog do Marcelo Auler.

Para atender à Força Tarefa da Lava Jato de Curitiba nos seus anunciados objetivos de “combater a corrupção” e os gastos indevidos de recursos públicos, o Ministério Público Federal (MPF) se envolveu em um labirinto burocrático a ponto de pagar diária para procurador regional voltar para a casa da mulher e do filho.

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