NA CONTRAMÃO DO PIB, RENDA DO BRASILEIRO CAI 10% COM INFLAÇÃO EM ALTA E DESEMPREGO RECORDE

A produtora de moda Adrilayne Cristina Machado Sousa, de 24 anos, teve seu salário reduzido pela metade neste início de ano ( FOTO ARQUIVO PESSOAL)

Por Thais Carrança /BBC Brasil

O professor de música Ezequiel Moreira Franco Júnior, de 43 anos e morador de Belo Horizonte, ganhava entre R$ 1.500 e R$ 1.800 por mês antes da pandemia, dando aulas particulares de violão, flauta doce, pandeiro, técnica vocal e teoria musical.

Com a crise sanitária, Ezequiel viu o número de alunos minguar, mas em 2020, contou com o auxílio emergencial de R$ 600 para segurar as pontas. Esse ano, não foi contemplado pela ajuda do governo e está vivendo com R$ 360 que ganha dos alunos que lhe restaram e dependendo da família para se manter.

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FILA DO OSSO RETRATA O BRASIL QUE EMPOBRECE SOB UM GOVERNO INSANO… E GENOCIDA.

Em Cuiabá, a capital de Mato Grosso e do milionário agronegócio brasileiro, uma fila se forma na rua lateral do Atacadão da Carne antes das 9h desta quarta-feira. O açougue é conhecido pelo preço “mais em conta”. Mas na última semana ganhou uma involuntária fama nacional justamente por causa dessa fila, onde centenas de pessoas esperam horas debaixo do sol quente, sentados na calçada, até que uma porta lateral se abra às 11h e um funcionário comece a distribuição do que restou da desossa do boi. São, de fato, ossos com resquícios da carne vendida e que servem de uma improvisada fonte de proteína da população mais humilde. “É a maior felicidade a gente conseguir um ossinho aqui, porque está feia a crise! Eu estou desempregado e não tem para onde a gente recorrer. Faz tempo que eu não como carne, se não fosse o ossinho. Tudo está caro!”, conta Joacil Romão da Silva, de 57 anos.

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PESQUISA FGV: BEM-ESTAR TRABALHISTA, FELICIDADE E PANDEMIA.

Pesquisa da FGV com dezenas de países mostra que preocupação, estresse, tristeza e raiva cresceram mais no Brasil do que no mundo

Da Rede Brasil Atual

“Felicidade foi embora”, verso de uma canção popular, é uma frase incluída em pesquisa divulgado pela Fundação Getulio Vargas intitulada Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia. Os dados mostram que o Brasil está longe do bem-estar e da felicidade, com “um grande salto de desigualdade” e queda do rendimento, pela primeira vez abaixo de R$ 1.000. O estudo da FGV mostra ainda crescimento da raiva entre os sentimentos da população. De 2019 para 2020, por exemplo, a “sensação de raiva” cresceu de 19% para 24% das pessoas. Foi um crescimento de cinco pontos percentuais, enquanto no mundo essa alta foi de 0,8 ponto, para 20%.

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PANDEMIA PREJUDICOU EMPREGO OU RENDA DE 62% DOS BRASILEIROS, DIZ PESQUISA

De acordo com levantamento feito no final de maio pelo PoderData, 60% afirmaram
terem deixado de pagar alguma conta no último mês

Por RBA

Emprego ou renda na pandemia ficaram piores para 62% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada entre os dias 24 e 26 pelo PoderData e divulgada nesta segunda-feira (31). A coleta de dados mostra, ainda, que 60% dos entrevistados afirmaram terem deixado de pagar alguma conta no último mês.

O percentual, no primeiro quesito, é seis pontos percentuais menor do que o registrado no levantamento anterior (68%), feito um mês antes. No sentido oposto, 36% disseram não terem tido emprego e renda prejudicados por conta da pandemia, contra 30% da pesquisa anterior. O índice de quem afirmou não saber permaneceu nos 2%.

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