PESQUISA FGV: BEM-ESTAR TRABALHISTA, FELICIDADE E PANDEMIA.

Pesquisa da FGV com dezenas de países mostra que preocupação, estresse, tristeza e raiva cresceram mais no Brasil do que no mundo

Da Rede Brasil Atual

“Felicidade foi embora”, verso de uma canção popular, é uma frase incluída em pesquisa divulgado pela Fundação Getulio Vargas intitulada Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia. Os dados mostram que o Brasil está longe do bem-estar e da felicidade, com “um grande salto de desigualdade” e queda do rendimento, pela primeira vez abaixo de R$ 1.000. O estudo da FGV mostra ainda crescimento da raiva entre os sentimentos da população. De 2019 para 2020, por exemplo, a “sensação de raiva” cresceu de 19% para 24% das pessoas. Foi um crescimento de cinco pontos percentuais, enquanto no mundo essa alta foi de 0,8 ponto, para 20%.

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PANDEMIA PREJUDICOU EMPREGO OU RENDA DE 62% DOS BRASILEIROS, DIZ PESQUISA

De acordo com levantamento feito no final de maio pelo PoderData, 60% afirmaram
terem deixado de pagar alguma conta no último mês

Por RBA

Emprego ou renda na pandemia ficaram piores para 62% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada entre os dias 24 e 26 pelo PoderData e divulgada nesta segunda-feira (31). A coleta de dados mostra, ainda, que 60% dos entrevistados afirmaram terem deixado de pagar alguma conta no último mês.

O percentual, no primeiro quesito, é seis pontos percentuais menor do que o registrado no levantamento anterior (68%), feito um mês antes. No sentido oposto, 36% disseram não terem tido emprego e renda prejudicados por conta da pandemia, contra 30% da pesquisa anterior. O índice de quem afirmou não saber permaneceu nos 2%.

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FORD DESISTIU DO BRASIL MUITO ANTES DE A COVID 19 APARECER

Imagem Reprodução do Google

Análise: Ford confirmou opção pela Argentina para produzir na América do Sul

Do Valor/Via Era da Idiocracia

No início de dezembro de 2020, o presidente da Ford na América do Sul, Lyle Watters anunciou ao presidente da Argentina, Alberto Fernández, um novo programa de investimentos de US$ 580 milhões para desenvolver a próxima geração da picape Ranger, produzida na fábrica de General Pacheco, na grande Buenos Aires. Ao anunciar um plano de investimentos para o país vizinho e nada para o Brasil, o executivo irlandês deixou claro que o Brasil já não fazia parte da estratégia industrial da companhia.


No mesmo dia, numa entrevista, por vídeo, a jornalistas da região, Watters queixou-se da desvalorização do real e do peso argentino, que levavam a uma “situação sem precedentes”, agravada pela pandemia. Naquele dia, ele deixou, ainda, claro que a partir de então, a estratégia da companhia americana seria voltada à preservação da saúde financeira. A Argentina tem uma peculiaridade em relação ao Brasil. Sua economia é altamente dolarizada. Para a indústria, isso facilita o repasse dos custos com desvalorização cambial.

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IMPOR A DOR PARA LUCRAR COMO O ALÍVIO

Por Fernando Brito

Boa parte da sociedade brasileira ainda não se deu conta de que, se temos um governo bandido, seus métodos para lidar com a realidade são os criminosos: fazer aquilo que o faça ter mais ganhos, sem limites éticos, morais ou mesmo humanitários.

Não preciso explicitar o modelo histórico que referenda este raciocínio, nein?

Fernanda Brigatti e Tayguara Ribeiro publicam hoje, na Folha, boa reportagem dos os depoimentos de quem está ficando sem o que resta do auxílio-emergencial e sobre o imenso contingente de brasileiros que eles compõem.

Dão nome e rosto a pessoas que são milhões:, 4 em cada 10 brasileiros em idade de trabalhar, ou 67,9 milhões de beneficiários.

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NÃO SE MATE EM VIDA, A MORTE JÁ É CERTA

Por Ana Santana / Pensar Contemporâneo

Conversando com uma amiga, em uma dessas conversas loucas, mas que fazem todo o sentido, falávamos de como a vida é curta para deixarmos de falar o que sentimos, guardar mágoas, prendermo-nos a pessoas que em nada nos acrescentam e, o que norteia o meu texto de hoje, falávamos em como a vida é curta demais para a gente viver em prol do trabalho, estudo, dinheiro (…)

Sim, é obvio que todos nós temos objetivos de vida. Uns querem comprar aquele carro tão sonhado, outros a casa própria, muitos sonham em ter o seu diploma de nível superior, tantos outros querem trocar a tevê, o som, a moto, o celular (…). São muitos os objetivos a serem alcançados a curto e longo prazo. Somos humanos, é normal e necessário (talvez) que tenhamos alguma conquista material em vista. Mas eu não concordo com a forma como muitas pessoas andam fazendo.

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