NÃO SE MATE EM VIDA, A MORTE JÁ É CERTA

Por Ana Santana / Pensar Contemporâneo

Conversando com uma amiga, em uma dessas conversas loucas, mas que fazem todo o sentido, falávamos de como a vida é curta para deixarmos de falar o que sentimos, guardar mágoas, prendermo-nos a pessoas que em nada nos acrescentam e, o que norteia o meu texto de hoje, falávamos em como a vida é curta demais para a gente viver em prol do trabalho, estudo, dinheiro (…)

Sim, é obvio que todos nós temos objetivos de vida. Uns querem comprar aquele carro tão sonhado, outros a casa própria, muitos sonham em ter o seu diploma de nível superior, tantos outros querem trocar a tevê, o som, a moto, o celular (…). São muitos os objetivos a serem alcançados a curto e longo prazo. Somos humanos, é normal e necessário (talvez) que tenhamos alguma conquista material em vista. Mas eu não concordo com a forma como muitas pessoas andam fazendo.

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ECONOMIA NA PANDEMIA: PIB TEM ALTA DE 7,7% NO 3º TRI, MAS RITMO NÃO É SUSTENTÁVEL, DIZEM ECONOMISTAS

Reabertura das cidades e redução momentânea de casos da covid-19 colaboraram para alta do PIB em relação ao semestre anterior – Imagem: GETTY IMAGES

Por Thais Carrança/BBC Brasil

Com a reabertura das cidades e o arrefecimento momentâneo da pandemia, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro registrou alta de 7,7% no terceiro trimestre, em relação ao trimestre anterior, recuperando em parte a queda de 9,6% registrada de abril a junho.

O dado do segundo trimestre foi revisado (anteriormente havia sido divulgado um recuo de 9,7%).

O resultado foi impulsionado, na ponta da demanda, por um crescimento de 7,6% no consumo das famílias. Já no lado da oferta, o destaque foi a indústria, com uma alta de 14,8% em relação ao trimestre anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (3/12).

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BRASIL: 14 MILHÕES DE DESEMPREGADOS

Fila quilométrica de brasileiros em busca de emprego

A taxa de desemprego no país subiu de 13,7% na terceira semana de setembro para 14,4% na quarta semana do mês, batendo recorde,  segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19), divulgados nesta sexta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em apenas uma semana, houve aumento no número de pessoas buscando emprego, e redução no total de trabalhadores ocupados. O resultado é mais alto desde que a pesquisa começou a ser feita, no início de maio.

A população desempregada foi estimada em 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro, cerca de 700 mil a mais que o registrado na semana anterior, quando essa população totalizava 13,3 milhões.

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10 CANAIS NO YOUTUBE QUE AJUDAM A ORGANIZAR SUAS FINANÇAS

Cenário de juros baixos, desemprego elevado e incerteza econômica com a pandemia leva brasileiro a buscar educação financeira

Por Julia Moura /Folha

Sem educação financeira, o brasileiro teve que se virar para aprender a se livrar das dívidas e investir. Tarefas especialmente difíceis nos últimos tempos de pandemia, com incerteza econômica, desemprego em níveis historicamente altos e queda da Selic para 2,25% ao ano, fazendo a poupança, investimento mais popular do país, apresentar taxa de juros real (descontada da inflação) negativa.

Na Bolsa, os CPFs mais que triplicaram desde 2018, para 2,6 milhões em junho, enquanto um terço das famílias brasileiras tem um endividado em casa, de acordo com dados da FGV.

Para juntar dinheiro e fazê-lo render, o brasileiro busca conteúdos gratuitos para aprender na prática, da mesma forma que recorre ao YouTube para tutorial de maquiagem ou receita de bolo.

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PANDEMIA FARÁ POBREZA EXTREMA DOBRAR NO BRASIL E AMEAÇA A DEMOCRACIA, diz ONU

Imagem: Observatório terceiro setor

Por Jamil Chade

A pobreza extrema no Brasil deverá dobrar em 2020 como resultado da pandemia e ameaçar a democracia. O alerta faz parte de um novo informe produzido pela ONU e que revela que o tombo no PIB (Produto Interno Bruto) latino-americano será de 9,1%, o maior em um século.

De acordo com a avaliação da entidade publicada nesta quinta-feira, o Brasil deve terminar 2020 com 9,5% na condição de pobreza extrema. Essa taxa era de 5% em 2019. A extrema pobreza é considerada quando um indivíduo ganha menos de US$ 67 (R$ 353) por mês.

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POLÍTICA ECONÔMICA DO GOVERNO NÃO REDUZIRÁ DESEMPREGO, DIZ OIT

Segundo estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) a política econômica ultraliberal conduzida por Jair Bolsonaro (sem partido) e Paulo Guedes é incapaz de reduzir o desemprego no Brasil.

Conforme a entidade, a taxa de desemprego na maior economia da América Latina declina de 12% em 2019 para 11,9% em 2020 e atinge 11,4% em 2025.

“Não vemos um empurrão importante para permitir que taxa (de desemprego) volte ao que existia em 2014”, afirmou Stefan Kuhn, macroeconomista da OIT, apontando menor demanda na economia global, entre outros fatores.

Em 2014, a taxa de desemprego era de 6,7% e o número de desempregados era de 6,7 milhões, praticamente metade da cifra atual. O Brasil terá assim por anos uma taxa de desemprego três vezes maior que a média global de 5,4%.

Além disso, as reformas nas leis do trabalhistas, com a desregulemantação e esvaziamento da CLT, contribuem para ampliar a precarização e formas intermintentes de trabalho no país. (Blog do Esmael)

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