VÍDEO: O PLANETA DOS HUMANOS

Um documentário que mostra uma realidade diferente daquela costumeira que nos é mostrada.

“Nós humanos, devemos aceitar que o crescimento infinito em um planeta finito, é suicídio.”

“Não é a molécula de dióxido de carbono que está destruindo o planeta. É a gente.

“A humanidade é desfiada, como nunca foi desafiada antes, para provar sua maturidade e domínio – não da natureza, mas de si mesma.”

Título original: Planet of the Humans

Produtor Executivo: Michael Moore Produzido por: Ozzie Zehner Um filme de: Jeff Gibbs Produção: Huron Mountain Films

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UM GOVERNO ALHEIO À MORTE E DESTRUIÇÃO

Imagem: Correio Brasiliense

Por Vinicius Torres Freire

Morte e destruição não afetam Bolsonaro

Presidente se descola de epidemia, queimada, fracasso de renda básica, carestia de comida

Pantanal que queimou até agora é do tamanho de metade do estado do Rio de Janeiro. É mais ou menos o triplo da área da região metropolitana de São Paulo, onde vivem quase 22 milhões de pessoas em 39 cidades. É maior que o estado de Sergipe inteiro.

Algumas pessoas se comovem com a imagem horrível dos pobres bichos mortos ou fugindo do fogo queimados e asfixiados, pedindo água nas estradas e nas ruas das cidades à beira do inferno. 

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PATRÍCIA PILLAR DETONA “ESTUPIDEZ” DE BOLSONARO: “SÓ DESTRUIÇÃO”.

“A curto prazo não vejo nenhuma luz” – (IMAGEM: Divulgação/TV Globo)

Do Brasil 247

Patricia Pillar expressou sua indignação com a postura de Jair Bolsonaro na condução da pandemia do novo coronavírus. Em entrevista ao Globo, ela acusou o presidente de dar um mau exemplo ao estimular as pessoas a não usarem máscaras e a irem para as ruas.

“A curto prazo não enxergo nenhuma luz, só estupidez e destruição”, disparou.

Ela destacou que a Saúde não é o único ponto fraco do governo federal. “[São] perdas irreparáveis em Educação, Meio Ambiente, Cultura, Relações internacionais”, prosseguiu.

Os dados sobre a doença representam para ela um símbolo da ausência de uma política pública adequada. “E o pior, são mais de 75 mil mortes pela Covid até agora”, finalizou.

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UM PAÍS EM DISSOLUÇÃO

Por Fernando Brito

Se nos deixarmos envolver na rotina dos escândalos -não raro mais de um por dia – que se sucedem no país é possivel que deixemos de ver o essencial do que está ocorrendo.

E o fato é que somos um país em dissolução, em todos os campos da vida coletiva.

A epidemia é, sem dúvidas, o mais dramático e terrível, pelas vidas que nos rouba, mas não é o único.

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E O INFERNO SE FEZ EM DUZENTOS ANOS

Há 12 milênios, um clima especialmente ameno permitiu ao Homo sapiens desenvolver-se plenamente. Mas seu esplendor deu-se às custas de todas as demais espécies Neste divórcio estão as raízes da crise civilizatória e da tragédia que bate às portas

Por José Eustáquio Diniz Alves, no EcoDebate“

“Estamos em um carro gigante, acelerando na direção de uma parede de tijolos e todo mundo fica discutindo sobre onde cada um vai sentar”
David Suzuki

Homo sapiens surgiu e se espalhou pelo mundo no período geológico do Pleistoceno, mas foi no Holoceno que floresceu a civilização e a espécie humana se tornou uma força onipresente no território global. A população mundial era de cerca de 5 milhões de habitantes no início do período Holoceno, há cerca de 12 mil anos. A estabilidade climática do Holoceno propiciou o florescimento do desenvolvimento econômico e social e o ser humano expandiu as atividades agrícolas, a domesticação dos animais, construiu cidades e montou uma máquina de produção e consumo de bens e serviços jamais vista nos 4,5 bilhões de anos da Terra.

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