NÃO ESTÁ TUDO BEM E NÃO PRECISAMOS VIVER COMO SE ESTIVESSE

Nossa sociedade está adoecida e todos fomos afetados por essa epidemia que nos desumaniza.
É preciso que nos cuidemos. E que cuidemos uns dos outros. (Unsplash/ Toimetaja tõlkebüroo
)

Por Felipe Magalhães Francisco*

Temos escrito com alguma insistência, neste espaço, a respeito da preocupante distopia que tem nos afetado, não apenas nós, na sociedade brasileira, mas também os cidadãos e cidadãs de todo o mundo. No nosso caso específico, perdemos com muita facilidade direitos que haviam sido conquistados com lutas históricas. A soberania nacional toda entregue a interesses estrangeiros. Nossa dívida histórica para com as comunidades originárias, que ainda estava longe de ser reparada, tem se ampliado em novo extermínio, em prol do agronegócio e do garimpo. O recorde de envenenamento que se dá em nossas mesas, em nome do lucro em larga escala, tem nos adoecido, paulatinamente, de modo que o futuro não será assim tão promissor.

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PAPA COMPARA A HITLER POLÍTICOS QUE ATACAM HOMOSSEXUAIS, JUDEUS E CIGANOS

Postado por Blog do Valentin

O Papa Francisco comparou a Adolf Hitler políticos que proferem discurso de ódio contra judeus, ciganos e população LGBT. “Confesso que quando ouço alguns discursos de responsáveis pela ordem ou pelo governo, vêm à minha mente as declarações de Hitler em 1934 e 1936”, disse a advogados no Vaticano nesta sexta-feira (15).

(…)

“São ações típicas do nazismo que, com sua perseguição contra os judeus, os ciganos e as pessoas de orientação homossexual, representa o modelo negativo da cultura do descarte e do ódio”, afirmou o Papa.

Do G1 /Via DCM

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POR QUE É TÃO DIFÍCIL PARA OS PAIS ACEITAREM UM FILHO LGBT?

Postado por Blog do Valentin

Por Bruno Branquinho /Psiquiatra 

Pode ser difícil e trabalhoso, mas o amor e a compreensão, acima dos preconceitos e das idealizações, é o melhor caminho

Nesse último mês, comecei a ler um livro muito interessante chamado “Longe da Árvore: Pais, filhos e a busca da identidade”, escrito pelo norte-americano Andrew Solomon. Inspirado em sua própria experiência (o autor foi diagnosticado com dislexia na infância, o que foi bem recebido e aceito pelos pais, e mais tarde se assumiu homossexual, o que foi mais difícil em seu ambiente familiar), Solomon escreveu este livro após anos de pesquisa e entrevistas sobre crianças que “caíram longe da árvore” das mais variadas maneiras, ou seja, crianças que tinham características ou condições que não eram compartilhadas pelos pais e como isso se refletia na dinâmica familiar.

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QUANDO A MULHER SE TORNA CONSCIENTE DO ABUSO SOFRIDO?

Postado por Blog do Valentin

‘Ela (a vítima) vem com uma contaminação social e cultural, e fica achando que pode não ter sido estupro. É muito comum’, diz médico

Por Giovanna Galvani / Carta Capital

A discussão sobre a denúncia de estupro envolvendo o jogador Neymar vai além do julgamento das redes sociais, intimidades expostas e demais jogos de interesses – o caso segue em segredo de justiça e envolve apuração de provas contra a denunciante, enviadas pelo atleta para a Polícia.

O debate encontra casos extremamente comuns, mas pouco abordados na prática em relação aos relatos de violência: a vítima de estupro tem imediata ciência de que foi abusada?

É preciso entender primeiramente o que, na lei, é entendido como um estupro. De acordo com o artigo 213 do Código Penal, estupro consiste em “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.

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