PAPA COMPARA A HITLER POLÍTICOS QUE ATACAM HOMOSSEXUAIS, JUDEUS E CIGANOS

Postado por Blog do Valentin

O Papa Francisco comparou a Adolf Hitler políticos que proferem discurso de ódio contra judeus, ciganos e população LGBT. “Confesso que quando ouço alguns discursos de responsáveis pela ordem ou pelo governo, vêm à minha mente as declarações de Hitler em 1934 e 1936”, disse a advogados no Vaticano nesta sexta-feira (15).

(…)

“São ações típicas do nazismo que, com sua perseguição contra os judeus, os ciganos e as pessoas de orientação homossexual, representa o modelo negativo da cultura do descarte e do ódio”, afirmou o Papa.

Do G1 /Via DCM

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“RESPOSTA DE ÓDIO” A QUEM “PREGA O ÓDIO”, diz Maria Rita Kehl

Postado por Valentin Ferreira

Do Brasil de Fato

“Um cara que prega o ódio recebeu uma resposta de ódio”, lamentou, ao Brasil de Fato, a psicanalista Maria Rita Kehl em referência ao ataque a faca contra o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (6) em Juiz de Fora (MG), durante um ato de campanha em um centro comercial da cidade. Enquanto era carregado nos ombros por um de seus seguranças, Bolsonaro foi perfurado por uma faca na região do abdômen e foi levado à Santa Casa, onde passou por uma cirurgia para reparar perfurações nos intestinos grosso e delgado, segundo informações repassadas pelo hospital à imprensa.

O autor do ataque foi cercado por apoiadores de Bolsonaro e detido ainda no local, antes de ser encaminhado à delegacia. Segundo informações de policiais militares no local, ele teria afirmado que a iniciativa do ataque foi individual, por discordâncias com as ideias defendidas pelo candidato em sua campanha.

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PORQUE É PENTECOSTES! Por Eugênio Aragão

Postado por Valentin FerreiraEx-ministro da Justiça, Eugênio Aragão  – Imagem: Pentecostes, Reprodução

Do Diário do Centro do Mundo

O efeito mais nefasto do golpe político, econômico e social que se perpetrou contra a sociedade no Brasil é a disseminação do ódio e a quebra da fração de consenso que oferecia estabilidade minimamente sustentável às instituições. Viramos uma grande Babel. Ninguém se entende e nem quer se entender.

No meio dessa confusão adredemente instalada entre nós, a esperteza política alimenta o fascismo nas mentes de poucas luzes. Trata-se da manipulação das fobias coletivas, do medo em cada um pela perda do emprego, pelo colapso de seu status social, pelo fim da barbada do consumo, pela volta dos dias de carestia na vida cotidiana.

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O FASCISMO NÃO PERDOA NEM OS QUE, POR BURRICE, OPORTUNISMO OU COVARDIA, O ATRAEM

Postado por Valentin Ferreira

Cena do Filme THE WALL / Reprodução

Por Mauro Santayana / Rede Brasil Atual

Os que hoje se empenham em chocar o ovo da serpente – e abrem caminho para o triunfo do ódio, da violência e da hipocrisia – também serão potenciais vítimas

A cada vez que alguém divulgar uma notícia fake na internet sabendo que no fundo, intimamente, está mentindo miseravelmente e não passa de um canalha vil e desprezível… .

A cada vez que cidadãos que dizem se preocupar com a Liberdade, a Nação, o Estado de Direito e a Democracia, assistirem passivamente à publicação de comentários econômicos, jurídicos e políticos mentirosos, e a outras calúnias e absurdos na internet, mansa e passivamente, sem resistir nem responder a eles…

A cada vez que alguém defender a tortura e a volta dos assassinatos da ditadura, sabendo que em um regime de exceção ninguém está a salvo do guarda da esquina,  ele estará mais próximo

A cada vez que alguém disser que o Brasil está quebrado por incompetência de governos anteriores quando somos o quarto maior credor individual externo dos Estados Unidos, temos 380 bilhões de dólares – mais de 1 trilhão e 200 bilhões … Continue Lendo

CARAVANA DO LULA. VAI TER GUERRA ATÉ QUE SE DEFINA O MACHO ALFA? Por Armando Coelho Neto

Postado por Valentin Ferreira

Por Armando Rodrigues Coelho Neto./ jornalista e advogado, delegado aposentado da Polícia Federal e ex-representante da Interpol em São Paulo

Currais eleitorais, trapaças, propaganda enganosa, direitos de resposta negados (mal ou bem concedidos). Desigualdade no financiamento de campanhas e no tempo de propaganda eleitoral. Horários políticos comprados para poupar o candidato “civilizado” de não baixar o nível. Antes, durante e depois das campanhas, tristeza, desolamento, revolta, inconformismos na batalha desigual. No fim da campanha, a pergunta sem resposta: onde foi que erramos? Era assim ou mais ou menos assim, mas bom ou ruim, nossa esquálida democracia era decidida no voto, apesar da desconfiança quanto às urnas eletrônicas, até hoje vivas.

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