O QUE CAUSA PERDA DE INTERESSE

Muitas vezes perdemos o interesse por empregos, pessoas, relacionamentos …
Nem sempre esse é um processo normal e irreversível. Podemos agir de alguma forma.

Todos nós temos sido vítimas da perda de interesse em alguma área de nossa vida. Aquele trabalho, aquela amizade, aquele casal romântico que costumava gerar euforia e muita satisfação, e talvez depois nem chama mais a nossa atenção… Mas, o que aconteceu? Será que erramos na hora de fazer a escolha? Talvez superestimamos as qualidades positivas dessa pessoa ou situação?

Perder o interesse por algo ou alguém pode causar culpa, frustração e grande indecisão sobre como agir. Portanto, é recomendável investigar sobre a origem desse desinteresse para tomar as decisões cabíveis.

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MAPA DAS EMOÇÕES DO CORPO: O AMOR NOS AQUECE POR COMPLETO

Feche os olhos e imagine a última vez que você se apaixonou. Talvez você estivesse caminhando ao lado de sua namorada(o) em um parque ou olhando nos olhos um do outro enquanto tomavam um café com leite.

Onde você sentiu o amor? Talvez você tenha sentido um friozinho na barriga ou seu coração tenha disparado de excitação.

Quando uma equipe de cientistas na Finlândia pediu às pessoas que mapeassem onde sentiam diferentes emoções em seus corpos, eles descobriram que os resultados eram surpreendentemente consistentes, mesmo entre as culturas.

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QUANDO A ALMA PRECISA CHORAR

Chorar é saudável, e chora, porque isso alivia a alma. Afinal, “Emoções expressadas, emoções superadas.”

Adoro ouvir essas notícias que contam sobre velhas crenças existentes que vão desmoronando com o tempo.

Outro dia estava lendo que os cientistas já não consideram os pressentimentos somente como uma crença popular, que se perde no tempo, hoje em dia é preciso estar atento aos seus pressentimentos. Pesquisas mostram que somos capazes de prever o que acontecerá num lapso de menos de cinco segundos – isso não acontece o tempo todo, mas acontece.

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CADA VEZ MAIS IREI SENTIR MENOS E RECORDAR MAIS

Com o passar do tempo aquela dor que sentimos pela morte de uma pessoa querida, pela partida de alguém que amávamos, por uma desilusão com um amigo, se atenua, se dilui, e começamos a recordar os momentos felizes, os sorrisos, a sentir as carícias das imagens do passado.

Com o passar do tempo, dos dias, dos anos, nossos sentimentos se suavizam e fabricamos nossas lembranças.

“Recordar um bom momento é sentir-se feliz de novo.”
-Gabriela Mistral-

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DEPRESSÃO E ANSIEDADE DEIXARÃO SEQUELAS MAIS DURADOURAS DO QUE O CORONAVÍRUS. Por Drauzio Varella

Publicada neste domingo, 21 de junho de 2020 – Líbero/Folhapress

Dificuldade de lidar com a solidão é um enorme desafio nestes dias de distanciamento social

Depressão é transtorno traiçoeiro que transforma a vida num fardo difícil de suportar.

Mesmo antes do coronavírus, já era considerada “o mal do século”. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a partir desta década, será a principal causa de absenteísmo, isto é, faltas no trabalho. Já o é, entre os que trabalham no mercado financeiro de São Paulo.

Parece paradoxal, porque a partir da Segunda Guerra centenas de milhões de pessoas tiveram acesso a alimentos de qualidade, serviços de saúde e níveis de conforto com os quais nossos antepassados não ousavam sonhar.

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“AS REDES SOCIAIS SÃO UMA ARMADILHA PARA A SOCIEDADE”

“Está sozinho ou se sente sozinho ?”

Por ALEJANDRO TOVAR

Coisas que você pode fazer para superar a solidão

O poeta espanhol Gustavo Bécquer dizia que “a sociedade é muito linda quando se tem alguém para dizer isso”. Uma reflexão nua e crua quando o Instagram se enche de férias, eventos sociais e diversões alheias. Algo acontece. Talvez o tempo tenha feito você se desconectar daqueles que antes chamava de amigos. Ou as obrigações, as mesmas que acabaram com sua união anterior, tenham impedido que você encontre um novo par. O certo é que, ultimamente, você se sente muito só. E, como você, até uma em cada quatro pessoas nas cidades. Inclusive as que estão sempre rodeadas de gente. Essa solidão não escolhida provoca mais do que dor. Segundo “uma análise de 70 estudos com mais de três milhões de participantes, [a solidão] aumenta as probabilidades de mortalidade em até 29%, aproximadamente o mesmo que a obesidade”, escreveu John T. Cacioppo, catedrático de Psicologia da Universidade de Chicago e autor do livro Loneliness (Solidão).

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