ENFIM, A CLASSE TRABALHADORA CHEGOU AO PARAÍSO?

O TRABALHO CONTROLADO PELAS PLATAFORMAS DIGITAIS

Por  Ana Claudia Moreira Cardoso e Karen Artur / Le Monde Diplomatique

A palavra empreendedorismo vem ganhando espaço, desde a crise econômica de 2008, com ênfase em algumas de suas dimensões, supostamente positivas para o trabalhador: a não existência de chefes definindo o quê e como fazer; e a liberdade para decidir quando e onde fazer. Por outro lado, aspectos como insegurança, risco, ausência de direitos, isolamento nunca são mencionados. Esta discussão não é nova. Já nos anos 1990, a palavra “empregabilidade” – significando que cada trabalhador seria o único responsável pelo seu emprego e desemprego-, foi muito evidenciada, também num contexto de desemprego e queda da renda.

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DO ENSINO PÚBLICO À NASA

Postado por Valentin FerreiraO brasileiro Julio Cosmo, CEO da primeira startup negra do mundo, segundo a Oracle.

Conheça a história de Julio Cosmo. Segundo a gigante tecnológica Oracle, o brasileiro é o primeiro negro no mundo a criar uma startup no mundo

Os nove anos no ensino público da cidade de Itanhandu, no interior de Minas Gerais, foram cruciais para as escolhas profissionais de Julio Cosmo. O CEO da primeira startup negra do mundo, segundo a gigante de tecnologia Oracle, teve a educação como pauta constante em sua vida. Dentro de casa, os pais professores da rede pública foram exemplo e incentivo para sua aposta nos estudos.

Também desde a infância, o fascínio pela tecnologia. O computador, por exemplo, era uma espécie de baú a ser desbravado. “Mesmo a gente sendo de uma família com renda baixa, meu pai conseguiu um computador pra mim. Porém, eu não tinha vontade de mexer nos programas que estavam lá, mas sim de criá-los. Depois, tive a oportunidade de aprender algumas coisas básicas em um curso de informática”, comenta Julio, que aos 11 anos já criava programas e tentava vendê-los a investidores.

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LEI DA MICROEMPRESA AJUDOU NA AUTONOMIA FINANCEIRA DAS MULHERES

Postado por Valentin Ferreira

Pesquisa do Sebrae apontou que, entre 2005 e 2015, o número de mulheres empreendedoras cresceu 15,4%, saltando de 6,9 milhões para 8 milhões de pessoas, enquanto o de homens, subiu 10,3%, indo de 15,7 para 17,3 milhões.

Segundo o presidente do Sebrae Guilherme Afif Domingos, a figura jurídica do MEI foi apropriada principalmente pelas mulheres, que têm o desafio de conciliar a carreira profissional com o cuidado dos filhos e da família. “MEI é um genuíno programa social, porque nenhum programa desse gênero é válido sem gerar emprego e renda e é o que fazem esses empreendedores”, afirmou.

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O SÓCIO: CAPITALISMO PARA DESESPERADOS

Postado por Valentin Ferreira O bilionário Marcus Lemonis comanda o programaO bilionário Marcus Lemonis comanda o programa (Divulgação)
Um dos melhores e mais interessantes reality shows já vistos na televisão.

Por Alexis Parrot*/ domtotal.com

Nunca entendi direito o porquê do sucesso de programas que patrocinam reformas ou a redecoração da casa de gente comum. Que interesse pode suscitar o fato de fulano ou sicrano ganharem o conserto do encanamento de seu banheiro ou ter o sofá velho da sala trocado por um futon? A rigor, em uma escala de zero a dez, eu cravaria zero sem pestanejar.

Talvez o motivo da demanda por esse tipo de reality show seja a catarse provocada naqueles desejosos de ter a própria casa reorganizada ou melhor mobiliada ou até mesmo naqueles outros que sonham viver com mais conforto e poder proporcionar isso para suas famílias.

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EMPREENDEDORA COM SÍNDROME DE DOWN ABRE SEU CAFÉ NO CENTRO DE SP

Por Valentin Ferreira / Da Folha SP
SAO PAULO/ SP, BRASIL, 31-05-2017 : Retrato de Jessica Pereira, 25, que ao longo dos ultimos anos se formou em gastronomia, trabalhou em varios pequenos restaurantes e, agora (dia 15) vai abrir seu próprio cafe/bristro. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress, COTIDIANO) - ESPECIAL***EXCLUSIVO****                                                                                                    Foto:Zanone Fraissat/Folhapress

 Por JAIRO MARQUES

Jéssica Pereira, 25, passou a última semana treinando a assinatura para não errar a mão em um dos momentos que considera mais importantes da vida: firmar o contrato de abertura de seu próprio negócio, um pequeno café e restaurante no Cambuci, no centro de São Paulo.

Uma promissora panqueca com massa de café e o nhoque de mandioquinha chamam a atenção no cardápio, mas o fato de a garota ser uma das primeiras empreendedoras com síndrome de Down do país é o que marca inicialmente a visita ao local, com cadeiras azul clarinho, mesas brancas e paredes cor-de-rosa.

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PERDI O EMPREGO. E AGORA? DE MUDAR DE CARREIRA A ABRIR UM NEGÓCIO, SAIBA O QUE FAZER

Por Valentin Ferreira /Via BBC BrasilClassificados                                                                                                                     imagemTHINKSTOCK

Os momentos depois de uma demissão trazem muitas dúvidas: foi minha culpa? Não sou bom o suficiente? Poderia ter mudado algo? Uma das angustiantes, no entanto, fala do futuro: o que fazer agora?

No trimestre encerrado em agosto, o índice de desemprego no Brasil chegou a 11,8%, segundo o IBGE divulgou nesta sexta-feira (30). No mesmo período do ano passado, a taxa foi de 8,7%.

Quem está desempregado pensa se deve voltar a estudar – fazer um mestrado, por exemplo -, mudar de área, abrir um negócio ou aceitar uma vaga que pague menos.

A BBC Brasil consultou especialistas em carreira para analisar cada uma dessas questões e apontar o que é preciso considerar antes de tomar uma decisão.

Segundo os entrevistados, ao escolher qualquer caminho, é preciso deixar de lado o desespero e refletir sobre suas habilidades, defeitos e desejos, além das necessidades do mercado. Quais são suas qualidades? No que deve melhorar? E do que o mercado precisa hoje?

“A primeira coisa é se

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