A RELIGIÃO DO MEDO: “DÃO MAIS VALOR AO DIABO QUE A DEUS”

Coppo di Marcovaldo (atribuição), Inferno, mosaico, 1250-70. Batistério de São João, Florença, Itália.

A RELIGIÃO DO MEDO

Muitos cristãos foram educados na religião do medo. Medo do inferno, das chamas eternas, das artimanhas do demônio. E quando o medo se apodera de nós, adverte Freud, transforma-se em fobia. Recurso sempre utilizado por instituições autocráticas que procuram impor seus dogmas a ferro e fogo, de modo a induzir as pessoas a trocar a liberdade pela segurança.

Frei Betto

Quando se abre mão da liberdade, demite-se a consciência crítica, omite-se perante os desmandos do poder, acovarda-se agasalhado pelo nicho de uma suposta proteção superior. Foi assim na Igreja da Inquisição, na ditadura estalinista, no regime nazista. É assim a xenofobia ianque, o terrorismo islâmico e os segmentos religiosos que dão mais valor ao diabo que a Deus, e prometem livrar os fiéis de males através da vulgarização de exorcismos, curas milagrosas e outras panaceias para enganar os incautos.

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POR QUE BOLSONARO MENTE PARA SEUS SEGUIDORES?

Com lorotas fajutas, presidente trata seguidores como se fossem ingênuos ou idiotas

Por Bruno Boghossian

Máquina de mentiras de Bolsonaro quer enganar seus próprios apoiadores

A turma do governo se emplumou na virada do ano para fazer uma comparação que parecia impressionante. Auxiliares de Jair Bolsonaro divulgaram que o custo das viagens do presidente em seu primeiro ano havia sido de R$ 8 milhões, ao passo que Dilma Rousseff havia gastado R$ 483 milhões em 2014.

A intenção era louvar o chefe e sua capacidade de gestão, em contraste com a gastança desenfreada dos “esquerdopatas”. A ministra Damares Alves escreveu: “Vamos deixar o povo julgar”. Mas era tudo mentira.
Os governistas emparelharam coisas totalmente diferentes. A cifra de Dilma englobava os gastos com passagens de todos os servidores do governo, enquanto o número de Bolsonaro levava em conta só as viagens do presidente. No ano passado, na verdade, o valor total destinado a passagens foi de R$ 421 milhões, segundo o Portal da Transparência.

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O FESTIVAL DE MENTIRAS QUE ASSOLA O PAÍS

Postado por Blog do Valentin 

Por (*) Carlos Junior / Observatório da Imprensa

Uma das definições sobre mentira, segundo o dicionário Michaelis, é: “afirmação que se opõe à verdade; informação enganosa ou controvertida; enredo, moca.” Outra definição diz que mentir é uma “opinião sem fundamento”. Não vou entrar nos méritos sobre porque todos nós, pelo menos uma vez, mentimos, pois isso requereria muito mais do que um texto. Mas, convenhamos, mentiras em sua maioria são corriqueiras, nos protegem em um determinado momento.

Mentir permite que continuemos em nossa zona de conforto, que não encaremos os fatos. Mentir nos ausenta de responsabilidades. Não me entenda mal, não defendo a mentira. Mas perceba, caro leitor, que o ato está cada vez mais corriqueiro em todas as esferas sociais. Principalmente na esfera política.

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DIA DE “ORAÇÃO” PELAS AUTORIDADES. E QUANDO TEREMOS O DIA DE ORAÇÃO PELAS VÍTIMAS DE NOSSAS AUTORIDADES?

Por Blog do Valentin

Por Valentin Ferreira

Desculpem-me a maneira como vejo esta nova Lei,  que nada mais é que mais  um penduricalho. Determinadas autoridades precisam receber é  punição do eleitor, não os elegendo mais. E algumas outras precisam da imediata  punição da Justiça (com J maiúsculo).

Autoridades recebem dinheiro do povo para exercer com retidão e justiça suas funções e atribuições.

Orações, quem precisa, são as vitimas de leis que privilegiam os poderosos em detrimento do sofrimento da maioria do povo. São os que sofrem com as  decisões injustas de uma justiça de fachada. São as vítimas de lideres religiosos  que se serve de inocentes úteis para consolidar seus planos de poder.

 

 

 

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AOS VIRA-LATAS, “OURO DE TOLO”

Postado por Blog do Valentin

Ele não foi aos EUA para obter melhorias para os brasileiros junto ao governo da principal potência mundial, tarefa que, com graus maiores ou menores de competência, constitui a prioridade declarada da maioria das visitas diplomáticas.

Comportando-se como aquele convidado que, no íntimo, considera-se um penetra, Bolsonaro agiu como o cidadão que tem uma única preocupação: agradar ao dono da casa para não ser expulso da festa. Essa postura foi muito além dos acordos comerciais, já desastrosos em si. Também caracteriza o eixo de uma diplomacia ideológica, concebida para funcionar como peça de propaganda.

Na busca permanente de pontos de contato com o anfitrião, aquele que seu ministro de Relações Exteriores já comparou a Deus, lembrou que “é contra” o “politicamente correto” e contra a “ideologia de gênero”.

Por isso Bolsonaro tinha que ceder.

Leia   AQUI o artigo de Paulo Moreira Leite

(*) “Ouro de Tolo” -Composição de Raul Seixas gravada em 1973

 

 

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