MULHERES FORAM MAIS AFETADAS EMOCIONALMENTE PELA PANDEMIA

Por Ivanir Ferreira / Jornal da USP ( via Pensar Contemporâneo)

Elas apresentaram mais sintomas de depressão, de ansiedade e de estresse; na população como um todo, houve abusos de drogas, medicamentos e alimentos

A pandemia impactou a saúde mental de muitas pessoas, sobretudo das mulheres. Segundo um estudo realizado entre maio e junho de 2020 pelo Instituto de Psiquiatria da USP, elas foram as mais afetadas emocionalmente — 40,5% das voluntárias relataram sintomas de depressão, 34,9% de ansiedade e 37,3% de estresse.

Ainda segundo o estudo, que abrangeu homens e mulheres de várias regiões do país, houve também maior consumo de drogas ilícitas, de cigarros, de medicamentos e de alimentos.

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NÃO SE MATE EM VIDA, A MORTE JÁ É CERTA

Por Ana Santana / Pensar Contemporâneo

Conversando com uma amiga, em uma dessas conversas loucas, mas que fazem todo o sentido, falávamos de como a vida é curta para deixarmos de falar o que sentimos, guardar mágoas, prendermo-nos a pessoas que em nada nos acrescentam e, o que norteia o meu texto de hoje, falávamos em como a vida é curta demais para a gente viver em prol do trabalho, estudo, dinheiro (…)

Sim, é obvio que todos nós temos objetivos de vida. Uns querem comprar aquele carro tão sonhado, outros a casa própria, muitos sonham em ter o seu diploma de nível superior, tantos outros querem trocar a tevê, o som, a moto, o celular (…). São muitos os objetivos a serem alcançados a curto e longo prazo. Somos humanos, é normal e necessário (talvez) que tenhamos alguma conquista material em vista. Mas eu não concordo com a forma como muitas pessoas andam fazendo.

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COMO SEU CELULAR PODE DIZER SE VOCÊ BEBEU DEMAIS

Pesquisa nos EUA pela Universidade de Pittsburg fez uso dos sensores presentes em smartphone para comprovar hipótes

Por Cesar Gaglioni /Nexo Jornal

Os smartphones são capazes de fazer ligações, enviar mensagens, tirar fotos, gravar vídeos, exibir filmes e, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, nos EUA, são capazes também de dizer se você bebeu demais.

A pesquisa, publicada na revista de Estudos de Álcool e Drogas dos Estados Unidos, foi liderada pelo médico Brian Suffoletto, da faculdade de medicina da universidade.

Segundo Suffoletto, o estudo é uma “prova de conceito” – a implementação prática, porém ainda incompleta, de uma ideia. Para realizá-lo, os pesquisadores recrutaram 22 adultos de 21 a 43 anos e receberam uma bebida feita a base de vodka. Eles tinham uma hora para consumir o drink.

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PAÍS SEM CIÊNCIA E SEM FUTURO

Postado por Blog do Valentin

Cortes em bolsas de pesquisa alastram-se e já afetam setores estratégicos, como a saúde. Propostas de remanejamento, como unir Capes ao CNPq, são ineficazes e podem enfraquecer ainda mais produção científica a longo prazo

Por Beatriz Jucá, no El País / Via Outras Palavras

Há dois anos, o pesquisador Lucas Pinheiro Dias estuda alternativas para o tratamento de infecções causadas por bactérias já resistentes aos antibióticos existentes no mercado. A pesquisa que ele desenvolve no pós-doutorado em Bioquímica que cursa na Universidade Federal do Ceará (UFC) têm relevância global: um levantamento da ONU estima que, até 2050, 10 milhões de pessoas no mundo poderão morrer anualmente por conta de doenças resistentes a medicamentos, e a Organização Mundial da Saúde considera este problema uma das dez maiores ameaças à saúde pública mundial.

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OS JOVENS SEM OPORTUNIDADES DE TRABALHO E ESTUDO SERÃO DESAFIO PARA O PRÓXIMO PRESIDENTE

Postado por Valentin Ferreira

Paulo Edson Teixeira tem uma ideia fixa. Participa de três grupos de WhatsApp, segue diversos perfis nas redes sociais, troca mensagens diárias com amigos, tudo com variações sobre o mesmo tema: conseguir o primeiro emprego.

Paulo tem apenas 20 anos, mora na Vila Kennedy, comunidade na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e concluiu o ensino médio no ano passado. Este ano deveria marcar seu ingresso em uma faculdade ou um curso de qualificação, ou ainda seus primeiros passos na vida profissional, mas ele se vê em um limbo de falta de oportunidade.

“Estou todo dia na busca, mas até agora nada”, diz ele, que costuma sair distribuindo currículos com o amigo Mateus da Silva Lopes, também da Vila Kennedy.

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