MIGRAÇÃO ILEGAL DE BRASILEIROS PARA OS EUA BATE RECORDE DURANTE O GOVERNO BOLSONARO.

Bandeira dos Estados Unidos. Foto: Creative Commons/Flickr/Steven Miller

A crise econômica agravada pela pandemia levou a expectativa de que política migratória do governo de Joe Biden fosse mais branda. Essa combinação levou um número recorde de brasileiros a tentar entrar nos EUA nos últimos nove meses.

Migração aos EUA

Para o jornal O Estado de S.Paulo, segundo dados oficiais, entre outubro de 2020 e agosto de 2021, 47,4 mil brasileiros foram apreendidos. É mais do que a soma dos 14 anos anteriores, quando 41 mil tentaram cruzar a fronteira – os americanos fazem o controle em anos fiscais, que vão de outubro a setembro.

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PRISÃO DE LULA FOI PROJETO DOS ESTADOS UNIDOS, DIZ OLIVER STONE NO FESTIVAL DE CANNES

Por Ana Estela de Souza Pinto/Folha


A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
 durante a Operação Lava Jato teve por trás o interesse do governo dos Estados Unidos de desestabilizar líderes latino-americanos de esquerda, afirmou nesta quarta o diretor de cinema americano Oliver Stone, de 74 anos.

“Pegaram o Lula com a Lava Jato, foi selvagem, uma história suja”, afirmou Stone, que está em Cannes para a estreia de seu novo documentário “JFK Revisited: Through the Looking Glass”, sobre a morte do presidente americano John Kennedy.

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BOAVENTURA: OS TRÊS CAVALEIROS NA NOVA PESTE

Por Boaventura de Souza Santos/Outras Palavras

É hoje consensual que a atual pandemia vai ficar conosco muito tempo. Vamos entrar num período de pandemia intermitente, cujas características precisas ainda estão por definir. O jogo entre o nosso sistema imunitário e as mutações do vírus não tem regras muito claras. Teremos de viver com a insegurança, por mais dramáticos que sejam os avanços das ciências bio-médicas contemporâneas. Sabemos poucas coisas com alguma certeza.

Sabemos que a recorrência de pandemias está relacionada com o modelo de desenvolvimento e de consumo dominantes, com as mudanças climáticas que lhe estão associadas, com a contaminação dos mares e dos rios e com o desmatamento das florestas. Sabemos que a fase aguda desta pandemia (possibilidade de contaminação grave) só terminará quando entre 60% e 70% da população mundial estiver imunizada.

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POR QUE OS EUA TÊM OS PIORES ÍNDICES DE POBREZA DO MUNDO DESENVOLVIDO

Milhares de famílias dependem da ajuda de bancos de alimentos nos EUA –GETTY IMAGES

Por Gerardo Lissardy /BBC News Mundo

Este é um dos grandes paradoxos dos nossos tempos: os Estados Unidos, país mais rico do mundo, têm alguns dos piores índices de pobreza no grupo dos países desenvolvidos.

Mais de meio século depois que o presidente Lyndon B. Johnson declarou “guerra incondicional à pobreza”, os EUA ainda não descobriram como vencê-la.

Desde a declaração de Johnson, em 1964, o país teve conquistas surpreendentes, como chegar à Lua ou gestar a internet. Entretanto, nesse período, conseguiu uma tímida redução no índice de pobreza, que caiu de 19% para cerca de 12%.

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“MORO É O CANDIDATO DOS EUA PARA 2022”

A afirmação é de Boaventura de Sousa Santos um dos maiores pensadores Ibero Americano da atualidade que comenta sobre a saída de Moro e a crise politica no Brasil. Entrevista concedida com
exclusividade para CARTA MAIOR


Por Bruno Falci e Clara Domingos 

(…) Boaventura de Sousa Santos é incisivo:

“O Moro é o homem dos Estados Unidos, é o candidato dos Estados Unidos para 2022. Ele fez todo um trabalho. E a carreira política dele é exatamente esta – destruir a economia brasileira, destruir a esquerda, abrir o caminho para um político de transição, que abra o obviamente o caminho para ele mesmo, ele é o candidato deles. Isso significa que provavelmente a própria Embaixada dos Estados Unidos deve estar envolvida com tudo isso. Isso significa que o Moro, começou a ver, para sua carreira política, o Bolsonaro já não é um recurso, pode descartá-lo”.

A entrevista completa AQUI

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SEGUIR TRUMP? LÁ JÁ ENTERRARAM QUASE 20 MIL. E AQUI, QUANTOS SERÃO?

Nova York enterra vítimas de Covid-19 em vala comum e reduz permanência de corpos em necrotérios

Por Fernado Brito: (Exemplo de Trump: 500 mil doentes e quase 20 mil mortos. E aqui?)

É para os brasileiros pensarem.

O exemplo seguido pelo Brasil, onde o presidente dizia que era “só uma gripezinha”, o negacionismo da epidemia praticado por Donald Trump e replicado aqui por Bolsonaro, rendeu, no país do Norte, até agora, meio milhão de infectados, pela demora de interromper o ciclo de transmissão antes que ele se tornasse galopante e irreversível.

Morrem, há quatro dias, duas mil pessoas por lá, diariamente, enterradas em valas comuns.

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