O VÍRUS TAMBEM FREQUENTA IGREJAS

Kássio: fé dá direito a morrer mas não a mudar data de prova

Por Fernando Brito

Não se pede ao ministro Kássio Nunes Marques inteligência ou compaixão cristã.

Afinal, aceitou a bênção de um genocida para sentar-se numa cátedra do Supremo Tribunal Federal.

Mas aceite, ao menos, ser apontado como autor, no Sábado de Aleluia, de uma traição a seus próprios princípios.

Há três meses, Kássio votou contra a obrigação de que um governo municipal mudasse a data de um concurso para atender a uma objeção de candidato que, por razões religiosas, alegava não poder fazer prova num sábado.

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