CALENDÁRIO DE SAQUE DE R$ 500 DO FGTS.

Postado por Blog do Valentin

O saque de até R$ 500 de cada conta do FGTS começará pelos trabalhadores que têm conta-poupança na Caixa. São cerca de 33 milhões de pessoas. Para eles, o depósito do valor será feito automaticamente, entre 13 de setembro e 9 de outubro, dependendo do mês de aniversário.

Para quem não tem poupança na Caixa, o pagamento começa em 18 de outubro e vai até março de 2020. A data da liberação do dinheiro também depende do mês de aniversário do trabalhador. O pagamento vai até 31 de março de 2020. Veja mais abaixo todas as datas detalhadas.

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SAQUES DO FGTS VÃO CORROENDO POLÍTICAS HABITACIONAIS E DE SANEAMENTO BÁSICO

Postado por Blog do ValentinCrianças brincam em córrego onde é jogado o esgoto das casas de comunidade em Osasco. Foto: Lalo de Almeida/Folhapress…

Por Por Piero Locatelli*

Quem se depara com a pergunta “quem quer dinheiro?” sabe que há somente uma resposta possível. Por isso, é normal ver com bons olhos a intenção do ministro da Economia, Paulo Guedes, de liberar o saque de 35% do valor das contas ativas do FGTS. Para os brasileiros que ainda têm um emprego com carteira assinada, esse dinheiro (que pertence a eles) sempre vêm em boa hora.

Além disso, o montante nessas contas rende pouco, menos que a poupança e outros investimentos seguros. Daí a vontade de retirá-lo da sua conta em busca de quitar dívidas ou mesmo para colocar em aplicações que rendam mais.

Mas as restrições aos saques do FGTS não existem sem motivo. E suas contas não rendem pouco porque o Estado brasileiro é um antro de pessoas sem coração. Essas características permitem ao FGTS ser a principal fonte de financiamento para a habitação social e o saneamento básico no Brasil.

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A MORTE DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E A VOLTA AOS ANOS 30

Postado por Valentin Ferreira

Na República Velha, onde “a questão social era um caso de polícia” – frase que se atribui ao Presidente Washington Luís (1926-1930) – eles não existiam. O povo não existia, aliás.

Com a revolução de 30, nasceram. O Ministério da Educação e da Saúde, dia 14 de novembro, e o do Trabalho, dia 26 do mesmo mês.

Como estamos voltando àqueles tempos, embora triste, é natural que comecem a morrer.

Primeiro, o Trabalho, que já vinha num processo de esvaziamento há anos e se enfraqueceu muito quando perdeu o controle da Previdência Social, agora mais ligada aos cofres da Fazenda que à proteção do trabalhador.

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SERRA CHAMA DE “CALOTE” PROPOSTA DE USO DO FGTS DO GOVERNO TEMER

Por Brasil 247

Senador José Serra (PSDB-SP), um dos apoiadores do golpe, classificou como “calote nos assalariados” a proposta cogitada pelo governo Michel Temer de reter parte do FGTS dos trabalhadores demitidos sem justa causa para economizar com o pagamento do seguro-desemprego; “Usar esses recursos – que são chamados para-fiscais – para fazer resultado primário seria dilapidar os assalariados duas vezes. Benefícios legais, para amenizar as dores do desemprego e tidos como certos, se esvairiam pelo ralo”, disse o senador tucano em sua página no Facebook; “Uma insensibilidade social infinita”

Fonte e Outras informaçôes:http://www.brasil247.com/

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MINISTRO CONFIRMA QUE GOVERNO ESTUDA USAR O FGTS NO LUGAR DO SEGURO-DESEMPREGO

Por: Valentin Ferreira / Via Domtotal
Governo quer usar dinheiro do próprio cidadão para quitar parcelas do seguro-desemprego
Governo quer usar dinheiro do próprio cidadão para quitar parcelas do seguro-desemprego (Beto Barata/PR)
Nova proposta do Governo Temer pode prejudicar ainda mais o trabalhador que for demitido.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou nesta sexta-feira (23) que o governo estuda utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para substituir o pagamento do seguro-desemprego. A medida foi divulgada pelo jornal O Globo e, segundo Meirelles, está em “fase embrionária”.

Segundo a reportagem, o governo pretende usar o saldo do FGTS e a multa de 40%, paga nos casos de demissão sem justa causa, para repassar três parcelas ao trabalhador, substituindo o seguro-desemprego. O valor mensal seria equivalente ao último salário recebido pelo empregado. Após esse período, se permanecer sem colocação, o trabalhador poderia dar entrada no seguro-desemprego e receber o restante do saldo do FGTS.

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