OS ENTENDIDOS QUE NÃO ENTEDEM

A enologia é uma fraude?

Por Helio Schwartsman

Li no imperdível Marcos Nogueira a história dos “wall-streeters” que pediram um Château Mouton-Rotschild de R$ 11,2 mil num restaurante de Nova York, foram servidos com um vinho ordinário de R$ 100 e nem perceberam.

É que os garçons se atrapalharam com os decantadores. O casal da mesa próxima que pedira vinho da casa e acabou agraciado com a garrafa de colecionador também não percebeu. Escândalo?

O problema, como sempre, são os nossos cérebros. Quando eles não têm informações suficientes para emitir um juízo, catam qualquer pista que esteja à mão, seja ela relevante ou não, e proferem seu parecer como uma conclusão irrefutável.

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HIPOCRISIA E FRAUDE

Postado por Blog do Valentin

Greenwald guardou cópia de mensagens secretas para evitar confisco de provas

Por Fernando Brito / Tijolaço

À Folha, o  site The Intercept  informou que “tomou providências para proteger a íntegra do material, com cópias no Brasil e no exterior.” Segundo o jornalista Glenn Grenwald, “o objetivo é evitar que qualquer autoridade brasileira tente impedir sua divulgação”.

É, ao mesmo tempo, sinal de que há mais diálogos a serem revelados, como manda a tradicional técnica jornalística de guardar “suítes” para depois, quando o caso noticiado já adquiriu repercussão.

“É um vazamento muito maior do que o do caso Snowden”, relatou Greenwal, referindo-se à revelação, em 2013, da espionagem da NSA norteamericana sobre dcidadãos do país e autoridades estrangeiras.”Nunca vi algo tão extenso”, disse ele.

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QUATRO BANCOS NÃO VIRAM FRAUDES NA PETROBRAS. MAS LULA TINHA DE VER…

Por Valentin Ferreiramonomania
Por Fernando Brito /Tijolaço

Dirigentes do Merryl Linch , Bradesco, Santander e Citibank disseram hoje a Sérgio Moro que, durante as auditorias que fizeram – por conta do processo de capitalização da Petrobras – que não detectaram qualquer irregularidade nos negócios da Petrobras.

João Paulo Torres, que foi diretor da Merrill Lynch, afirmou que se tivesse sido detectado algum ato ilícito ou de corrupção nos levantamentos feitos na Petrobras ele seria incluído nos relatórios e a operação de oferta de ações “não iria para frente”, diz O Globo.

O juiz curitibano, claro, não lhes deu a menor atenção e, assim como o Ministério Público, não se dignou a fazer sequer uma pergunta a nenhum dos quatro executivo. Devem ser diretores de banco “bolivarianos”, não é?

Se Moro desse algum crédito ao que dizem, o núcleo da argumentação do Ministério Público  na acusação contra Lula no caso do triplex do Guarujá teria “ido para o brejo”. Porque, como adiantou ontem o Estadão, a sua sentença está sendo preparada com base na aplicação torta da “teoria do domínio do fato”.

Lula tinha de saber e, portanto, sabia.

Mesmo que uma tropa de auditores não tivesse percebido.

Para quem tem

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